<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789</id><updated>2012-02-03T04:50:30.677-02:00</updated><category term='Crônicas'/><category term='Reflexão'/><category term='Opinião'/><category term='Fotos'/><category term='Reportagens'/><category term='Resenhas'/><category term='Artigos'/><category term='Entrevistas'/><category term='Matérias'/><title type='text'>Blog da Isis | isiscolissi.blogspot.com</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-4017601360889793417</id><published>2008-11-14T11:29:00.001-02:00</published><updated>2008-11-14T11:31:41.883-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>O diploma é para poucos</title><content type='html'>O diferencial do jornalista (diplomado) é o poder de argumentação e crítica embasada. Tal ponto essencial mostra nessa discussão, que o diploma é indispensável para a prática jornalística. Argumentação, crítica e análise se adquirem e desenvolvem em anos de preparação acadêmica. São muito mais do que somente experiências adquiridas pela prática. Atualmente, os veículos de mídia possuem diversos jornalistas que não têm curso superior em Jornalismo. A prática formou a experiência desses profissionais que desempenham o cargo com “certa” competência. Mas o domínio de conhecimento e discussão crítica não entram no currículo desses “tais” profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento é de reflexão e conscientização, pois o despreparo, desinteresse e negligência por parte de alguns acadêmicos em jornalismo faz com que o diploma, seja remetido a um simples papel. Todos diplomados devem mostrar a gritante diferença da categoria acadêmica e fazer com que fique comprovado que a opinião crítica faz a diferença em um País que aceita tudo “calado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profissional deve também ter o intelecto plenamente desenvolvido e qualificação acadêmica adequada para então criticar, indagar e realmente “fazer a diferença” na sociedade. Essa é a responsabilidade dos diplomados. Essa é a responsabilidade da imprensa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-4017601360889793417?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/4017601360889793417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=4017601360889793417&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4017601360889793417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4017601360889793417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/11/o-diploma-para-poucos.html' title='O diploma é para poucos'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-4526497327628393072</id><published>2008-10-29T16:13:00.001-02:00</published><updated>2008-10-29T16:13:49.030-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>Um simples papel</title><content type='html'>Quatro anos. Milhares de entrevistas, reportagens, matérias, artigos. Tudo isso para nada. Mas em outro ponto de vista, pode ser tudo. A experiência adquirida na faculdade faz a diferença, se não, deveria. O debate em questão é a exigência do diploma para a prática jornalística. Mas poderia ser melhor. Será que as universidades fornecem subsídios suficientes para formar um profissional qualificado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a liminar promulgada pela juíza Carla Rister, o diploma superior em Jornalismo não é exigência para obter registro profissional. Mas a decisão final depende do Supremo Tribunal Federal (STF), que definirá o percurso da profissão até o final de 2008.&lt;br /&gt;Enquanto a decisão não é divulgada segue o debate. Atualmente, a área de comunicação possui diversos funcionários que não possuem curso superior em Jornalismo. A prática formou a experiência desses profissionais que desempenham o cargo com competência. E essa mesma prática entra no currículo dos acadêmicos em Jornalismo? O bom jornalismo se faz com a vivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A validação do diploma deveria ser feito com base em exigências de prática profissional e qualificação plena do estudante na área. Talvez uma prova de análise de aprendizagem indicasse somente os capacitados a exercer o cargo. O despreparo, desinteresse e negligência por parte de muitos acadêmicos em jornalismo faz com que o diploma, na realidade, seja um simples papel.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-4526497327628393072?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/4526497327628393072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=4526497327628393072&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4526497327628393072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4526497327628393072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/10/um-simples-papel.html' title='Um simples papel'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-4152583128186258141</id><published>2008-10-29T15:59:00.002-02:00</published><updated>2008-10-29T16:04:36.487-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><title type='text'>Educação de mercado</title><content type='html'>&lt;em&gt;Isis Ribeiro e Mariana Jósimo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A julgar por pré-conceitos, Inácio frança não deveria passar de um fanático por futebol e nada mais. Apaixonado pelo Santa Cruz, time da capital pernambucana, França mantém um blog dedicado ao time em parceria com outros amigos. No entanto, não para por aí. Além do time coral, outra de suas bandeiras é a educação. Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, França ocupa hoje o cargo de assessor de imprensa da Unicef em Recife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua função na instituição é basicamente alimentar os veículos interessados em realizar matérias sobre educação através de novos dados e/ou números atualizados sobre educação. Nesta entrevista, ele analisa qual a postura da imprensa com relação ao tema educação nos últimos anos e comenta sobre o uso de cadernos didáticos e educativos direcionados para crianças nos jornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canal da Imprensa&lt;/strong&gt; - Você acha que os jornais abordam pouco os temas relacionados a educação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio França -&lt;/strong&gt; Não é possível dar uma resposta genérica, pois há jornais e jornais. O problema não é exatamente a quantidade, mas o enfoque e o tratamento das matérias. Na maioria das vezes, o assunto entra na pauta quando há números/dados novos, que podem servir de 'gancho' para alguma matéria mais extensa ou por problemas agudos, como roubo de equipamento de escolas ou violência. Há exceções, é lógico. Lembro agora, a título de ilustração, de matérias sobre a precariedade do transporte escolar, que pressiona o poder público a encontrar soluções. Mas a questão da qualidade do ensino precisa entrar na pauta dos jornais e revistas em seus vários aspectos, principalmente no que se refere à educação contextualizada, que contemple a diversidade étnica e cultural. Esse enfoque é inexistente na mídia. Há pouco tempo, quando uma revista semanal tratou do tema da qualidade da educação foi no sentido inverso, fazendo uma pregação - o termo é esse: pregação - da educação como instrumento de manutenção de homogeneização cultural e manutenção do status quo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CI -&lt;/strong&gt; O trabalho desenvolvido pelo Unicef poderia ser mais divulgado em cadernos especializados nos jornais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio -&lt;/strong&gt; O Unicef está empenhado para dar visibilidade a alguns princípios que nos são casos, como a questão da educação contextualizada, bem como educação integral e de qualidade. É preciso deixar claro que, hoje, o Unicef trabalha para disseminar políticas públicas e não com projetos isolados. Aliás, deixar isso claro para o público, é um dos nossos desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CI -&lt;/strong&gt; Como a mídia impressa de Pernambuco divulga os projetos educacionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio -&lt;/strong&gt; Os jornais pernambucanos não são diferentes dos jornais nacionais. Infelizmente. A busca sôfrega por 'números novos' baliza boa parte da cobertura. A denúncia pela denúncia, beirando o sensacionalismo também faz parte da rotina dos meus colegas jornalistas. As boas práticas conquistam as páginas quando se referem a projetos isolados. As redações ainda não conseguem compreender o conceito de políticas públicas. Curiosamente, durante greves de professores, por exemplo, há uma tendência à demonização do movimento grevista, como se os baixos salários dos professores não tivesse qualquer ligação com a qualidade do ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CI -&lt;/strong&gt; Você costuma colaborar com reportagens ligadas a temas educacionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio -&lt;/strong&gt; Atuar como assessor de imprensa é uma das tarefas do oficial de comunicação no Unicef. Alimento os veículos de comunicação interessados em produzir matérias sobre educação. Esse trabalho pode ser o fornecimento de dados atualizados, extraídos dos bancos de dados oficiais, a identificação de especialistas para analisar esses dados ou a triagem de informações sobre os resultados obtidos pelos parceiros ou nos municípios que participam da iniciativa Selo Unicef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CI -&lt;/strong&gt; No Brasil são poucos os jornais que possuem versões infantis com passatempos didáticos e educativos. Você acha importante esse tipo de encarte voltado às crianças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio -&lt;/strong&gt; Esses encartes são ferramentas interessantes para despertar o gosto da leitura nas crianças e como material para-didático a ser utilizado pelo professor em sala de aula. Infelizmente, nos três estados que correspondem à área de atuação do escritório do Unicef em Recife (Pernambuco, Alagoas e Paraíba), apenas um jornal possui um caderno desse gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CI -&lt;/strong&gt; De que forma esses cadernos direcionados exclusivamente para as crianças pode ter um papel formador e educacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio -&lt;/strong&gt; Minha resposta é um complemento da resposta anterior: o texto e a diagramação adequados à criança ajuda bastante a formar leitores, a criar intimidade entre a criança e a palavra escrita, entre a criança e a mídia. Todavia, escrever para crianças é um desafio para jornalistas, que não recebem formação para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CI -&lt;/strong&gt; Existe necessidade de a mídia abordar mais sobre o tema 'Educação'?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inácio -&lt;/strong&gt; Sim, existe. Mas existe também a necessidade de abordar com outros enfoques. Não basta cobrar do Poder Público uma educação 'capaz de atender ao mercado', ou seja, uma educação que forme consumidores. Isso é um clichê na mídia impressa. É preciso abordar a necessidade da educação para formar cidadão, capaz de contribuir para o desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Texto publicado originalmente no&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Canal da Imprensa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-4152583128186258141?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/4152583128186258141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=4152583128186258141&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4152583128186258141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4152583128186258141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/10/educao-de-mercado.html' title='Educação de mercado'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-534151263336315418</id><published>2008-10-29T15:55:00.001-02:00</published><updated>2008-10-29T15:58:41.449-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Educação para todos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Isis Ribeiro e Mariana Jósimo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A Educação no Brasil é um assunto muito amplo, porém pouco discutido. Essa afirmação se comprova pelo fato de que o assunto é escasso na mídia impressa. Entre os fatores que contribuem para que a educação não tenha o devido espaço nos jornais é o desinteresse dos jornalistas em especializar-se nessa área. Outro ponto a considerar é a manipulação do conteúdo abordado. Para a doutora em educação e coordenadora da Ação Educativa, Mariângela Graciano, existe a predominância de pautas estabelecidas pelo governo. “Isso trás muitos problemas, pois há assuntos e também pessoas que tem direito a educação e não ganham espaço”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutora fala ainda que os temas abordados devem ser aqueles que falam sobre educação com diferentes etnias. “Para existir uma cobertura justa, a imprensa deveria dar espaço e mostrar os direitos dessas classes. Poderia abranger o tema educação voltado para esses grupos”, sugere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assessor de comunicação do Unicef de Pernambuco, Inácio França, também recomenda alguns assuntos a serem discutidos pela mídia. “Seria ideal abordar a necessidade da educação em formar cidadãos conscientes e capazes de contribuir para o desenvolvimento da sociedade”, expõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os temas atuais em questão explorados pela mídia dirigem-se ao ensino médio e parcerias entre poder público e iniciativa privada. Mariângela observa que o assunto mais explorado sobre o ensino médio refere-se à preparação para o vestibular. Ela conta que existe uma seqüência abordada pela imprensa que reflete sempre no mesmo ponto: o despreparo dos jovens candidatos a partir dos débeis resultados. “A mídia não discute o porquê que eles não aprenderam a ler e escrever como devem. É necessário ouvir o corpo docente para entender os reais problemas. Caso contrário, a política jamais avançará”, argumenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto “Reflexões e recomendações sobre a cobertura da educação na imprensa escrita nacional” publicado no trabalho de análise “A cobertura da educação na mídia”, em dezembro de 2007 pelo Observatório de Educação, explicita a idéia da diversificação de fontes jornalísticas para área educacional. Os autores mostram que depoimentos das organizações da sociedade civil, comunidade escolar, centros de pesquisa e universidades são importantes para o conhecimento de temáticas ausentes do repertório comum. Mas o acesso a essas fontes não é viável quanto se imagina. Principalmente aos professores. A doutora Mariângela revela que no estado de São Paulo e outros 17 estados do Brasil existe uma lei de funcionalismo público que proíbe o professor de dar entrevistas. “Em São Paulo, essa lei é de 1968. É uma lei anterior a constituição, antes do período da ditadura”, indigna-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem o auxílio de pedagogos e conhecimento prático na área, os jornalistas seguem no desafio de escrever para um público praticamente desconhecido. Por tais motivos, existem poucos jornais que possuem versões infantis com passatempos didáticos e educativos. França reforça a idéia de que escrever para crianças é um desafio para os jornalistas. De acordo com o assessor, os complementos infantis ajudam na educação e formação da criança. “O texto e a diagramação adequada aos pequenos ajudam a formar leitores, a criar intimidade entre palavra escrita e a mídia”, esclarece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação e mídia sempre será um tema em debate por pesquisadores, educadores, doutores e também jornalistas. Mas o fundamental está na diversificação e divulgação adequada dessa questão importante para a sociedade. Há necessidade em discutir mais sobre a educação básica como componente de um todo. Segundo Mariângela, existe também outro lado essencial no processo de discussão. “É necessário ter a noção de educação como um direito. Deve-se incluir temas e grupos vulneráveis que também estão fora da cobertura”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;Texto publicado originalmente no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Canal da Imprensa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-534151263336315418?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/534151263336315418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=534151263336315418&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/534151263336315418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/534151263336315418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/10/educao-para-todos.html' title='Educação para todos'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-2545569177196182405</id><published>2008-10-29T15:53:00.000-02:00</published><updated>2008-10-29T15:54:38.571-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>Telefone público é mira de vândalos</title><content type='html'>O telefone público, popularmente conhecido como “orelhão” é alvo de vandalismo na maioria das cidades do estado de São Paulo. Porém, essa prática pode trazer diversas conseqüências. Em Artur Nogueira a depredação cresce, mas a reposição dos aparelhos é deficiente e causa transtorno para a população. Entre os efeitos do vandalismo está o prejuízo financeiro para a empresa prestadora do serviço público, pena judicial para o depredador e falta de aparelhos em diferentes lugares da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado Carlos Hess explica que o orelhão é um patrimônio público. “Conforme o Código Penal, destruir patrimônio da União, Estado, Município ou de empresa de serviços públicos é crime” esclarece. Ele afirma também que ao flagrar o infrator, este será preso e poderá ser condenado de seis meses a três anos de detenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Artur Nogueira, os vândalos agem em bando e isso dificulta o trabalho da Polícia Militar. O cabo Claílson Vitória elucida a importância das pessoas denunciarem quando virem um ato de depredação. Ele conta que a Polícia Militar de Artur Nogueira desenvolve um projeto com alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental da escola Josephin Tagliari. “O programa ‘Jovens construindo a cidadania’, discute sobre depredação e conscientiza os adolescentes em relação ao ato”, explana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todos os jovens são orientados quanto ao assunto. A dona de casa Zélia da Silva Arruda comenta que já presenciou a destruição de um aparelho telefônico. “Para denunciar tive que usar o mesmo telefone, mas não pude concluir a ligação devido ao estrago feito pelos meninos”, exalta.&lt;br /&gt;O industriário Paulo Alcântara reclama sobre a falta do conserto dos telefones danificados. “No bairro onde moro tem apenas dois orelhões. Quando ligo para a empresa de telefonia, eles garantem que mandarão técnicos, mas isso não acontece”, indigna-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa responsável pelos telefones públicos no Brasil é a Telefônica. Na região metropolitana de Campinas, o serviço de manutenção e instalações dos orelhões é feito por uma empresa terceirizada, a Alfapress. Após contato com as empresas, a assessoria de imprensa da telefônica e da Alfapress não quiseram se pronunciar sobre o assunto. A Polícia Militar de Artur Nogueira recomenda que o usuário, ao presenciar um ato de depredação, entre em contato com a Telefônica através do número: 103-15.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-2545569177196182405?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/2545569177196182405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=2545569177196182405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2545569177196182405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2545569177196182405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/10/telefone-pblico-mira-de-vndalos.html' title='Telefone público é mira de vândalos'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-7010284301732890841</id><published>2008-10-29T15:49:00.002-02:00</published><updated>2008-10-29T15:52:12.534-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Jornalismo Popular (Márcia Franz Amaral)</title><content type='html'>AMARAL, Márcia Franz. Jornalismo Popular. São Paulo: Contexto. 2006; 141 páginas.&lt;br /&gt;Jornalismo Popular, o livro escrito pela doutora em Comunicação e Informação, Márcia Franz Amaral discute o tema popular no cenário sensacionalista. A autora aborda fatos da história do jornalismo popular em contexto mundial e nacional. Definições do termo sensacionalista, comparação de jornais com o significado do sensacional e análise do público alvo também estão presentes na pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcia explica a origem e relação do termo “sensacionalista” com jornais populares. A ligação do sensacional ao jornal feito para classes de baixo poder aquisitivo dá-se ao fato de jornais, como o Notícias Populares (NP), atualmente fora de circulação, fazerem um simples acontecimento se tornar extraordinário. O NP abusava do sensacionalismo e estampava nas páginas reportagens relacionadas ao sexualismo e violência. Faltava conteúdo dito “sério”. Pelo fato do NP ser um jornal com público alvo de baixa renda, a regra foi estabelecida: todos os jornais populares são sensacionalistas. Esse é o pensamento pré- estabelecido por muitos comunicadores e leitores. Mas essa linha de opinião é quebrada pela autora que destaca a relevância da análise antes do julgamento de determinado segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar ou escrever para as classes C e D não significa distorcer fatos, apelar para sexualismo, violência e mau gosto. Pode-se elaborar um jornal que informe, divulgue e critique sem usar esses métodos distantes do objetivo de prestação de serviço. Aliás, o jornal popular relaciona-se mais próximo do público alvo e a função de prestação de serviço é muito clara e presente. Não se deve apenas classificar um jornal como sensacionalista pelo simples fato de expor na seção de entretenimento, por exemplo, fofocas de artistas e mulheres com poses sensuais. Isso vende. E por esse motivo os leitores são atingidos a comprar. Mas o cidadão que compra o impresso, além de encontrar sensualismo, acha também reportagens, matérias e informativos relevantes para o contexto social em que vive. O questionamento presente e decisivo encontra-se então, na qualificação adequada para distinguir uma mídia sensacionalista da que não se enquadra na questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Márcia, o fato que diferencia um jornal sensacionalista dos demais é a intensidade. A afirmação de que o sensacionalismo é o grau mais intenso a fim da comercialização da informação possibilita uma análise dos jornais que se encaixam na situação. O termo sensacionalismo é citado por diversos autores, segundo concepções variadas, porém a definição encontrada em “Jornalismo Popular” é a que melhor define a partir da contextualização dos jornais nacionais. A autora define perfeitamente o termo ao afirmar: “... o sensacionalismo está ligado ao exagero; à intensificação, valorização da emoção; à exploração do extraordinário, à valorização de conteúdos descontextualizados; à troca do essencial pelo supérfluo ou pitoresco e inversão do conteúdo pela forma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Alberto Dines, citado por Márcia, destaca sobre o processo sensacionalista e afirma que ele acontece em todo tipo de imprensa. Ele divide o sensacionalismo em três grupos: gráficos, lingüísticos e temáticos. A autora cita também outros autores e comunicadores e faz um embasamento relevante diante do assunto. Na associação do sensacionalismo com o popular, pode ser formado outro estereótipo. Este se define no pressuposto de que popular e sensacional estão ligados e presentes exclusivamente na mídia impressa. Mas, os programas de televisão também são mencionados no livro e caracterizados como mais “intensos” do que os impressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a autora pretendeu com a publicação foi quebrar o paradigma que estabelece regras e dita críticas pouco fundamentadas sobre o “novo” formato de mídia impressa, o popular. O livro faz com que os comunicadores desenvolvam um pensamento crítico a fim de analisar contextos e a mídia totalitária, não apenas em fatores isolados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-7010284301732890841?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/7010284301732890841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=7010284301732890841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7010284301732890841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7010284301732890841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/10/livro-jornalismo-popular-mrcia-franz.html' title='Jornalismo Popular (Márcia Franz Amaral)'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-1290964030711776661</id><published>2008-06-18T22:14:00.004-03:00</published><updated>2008-06-18T22:24:42.563-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>Cachorro na Academia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmzRxA15hI/AAAAAAAAACY/VQkQZx5PtBg/s1600-h/DSC08326.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmzRxA15hI/AAAAAAAAACY/VQkQZx5PtBg/s400/DSC08326.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213395161454077458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="nove"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="cinzaoito"&gt; &lt;span class="dez"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Por ser ao ar livre, a presença inusitada de alguns "amiguinhos" é inevitável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Isis Ribeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-1290964030711776661?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/1290964030711776661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=1290964030711776661&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/1290964030711776661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/1290964030711776661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/06/cachorro-na-academia.html' title='Cachorro na Academia'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmzRxA15hI/AAAAAAAAACY/VQkQZx5PtBg/s72-c/DSC08326.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-7036323480305673486</id><published>2008-06-18T22:02:00.004-03:00</published><updated>2008-06-18T22:11:09.522-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>Academia ao ar livre</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmwgSL-voI/AAAAAAAAACQ/wKozoHABlME/s1600-h/DSC08328.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmwgSL-voI/AAAAAAAAACQ/wKozoHABlME/s400/DSC08328.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213392112342449794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                        A academia ao livre de Artur Nogueira é o mais novo investimento da cidade&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;                                                                              Por Isis Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-7036323480305673486?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/7036323480305673486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=7036323480305673486&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7036323480305673486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7036323480305673486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/06/academia-ao-ar-livre.html' title='Academia ao ar livre'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmwgSL-voI/AAAAAAAAACQ/wKozoHABlME/s72-c/DSC08328.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-355123466479006080</id><published>2008-06-18T21:51:00.004-03:00</published><updated>2008-06-18T22:00:07.289-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>É hora de malhar!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmt_s5nFZI/AAAAAAAAACI/BrYwOhbXDNU/s1600-h/DSC08289.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmt_s5nFZI/AAAAAAAAACI/BrYwOhbXDNU/s400/DSC08289.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213389353554220434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                      Malhação vespertina na Praça Municipal de Artur Nogueira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                  por Isis Ribeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-355123466479006080?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/355123466479006080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=355123466479006080&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/355123466479006080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/355123466479006080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/06/malhao-vespertina-na-praa-municipal-de.html' title='É hora de malhar!'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFmt_s5nFZI/AAAAAAAAACI/BrYwOhbXDNU/s72-c/DSC08289.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-253708653906713050</id><published>2008-06-18T21:47:00.003-03:00</published><updated>2008-06-18T22:01:15.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>Ipê Roxo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFms-K-8DyI/AAAAAAAAACA/T0LkvhW99Lw/s1600-h/DSC08233.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFms-K-8DyI/AAAAAAAAACA/T0LkvhW99Lw/s400/DSC08233.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213388227758264098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                  As flores do Ipê Roxo enfeitam a cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                 por Isis Ribeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-253708653906713050?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/253708653906713050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=253708653906713050&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/253708653906713050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/253708653906713050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/06/as-flores-do-ip-roxo-enfeitam-cidade-de.html' title='Ipê Roxo'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SFms-K-8DyI/AAAAAAAAACA/T0LkvhW99Lw/s72-c/DSC08233.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-8694461640753792044</id><published>2008-06-17T20:14:00.000-03:00</published><updated>2008-06-17T20:18:31.955-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Palhaçada na tevê</title><content type='html'>Atenção, senhoras e senhores! Está no ar, mais um besteirol brasileiro. Acompanhe em sua casa, mais de mil palhaços no telão. Sem esquecer a pipoca e o guaraná, pra ajudar na digestão das piadas sem noção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No palco da comédia, as atrações variam. Entre os programas de humor na televisão, a disputa pelo sorriso e audiência é notório. Mesmo que seja na sutil e sensual cerca que “esconde mostrando” Rosinha (Miryan Martin) no Zorra Total ou no apelo bizarro de Didi Mocó (Renato Aragão) ao interpretar um personagem que repete incansavelmente, “Didizinho fez totô”, na Turma do Didi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as visitas célebres de Edu (Renato Rabello) no Zorra Total da Rede Globo, no dia 7 de junho de 2008, estava a atual Mis Brasil em um modelito sensual e extravagante. A bela que pronunciou poucas palavras foi censurada pela apaixonada Junia (Samantha Schmutz) caracterizada de “Juninho”. Na briga por Edu, Juninho vence ao estragar o affair. Após, Junia garante em tom superior: “Esse é meu!”. Essa frase é repetida em todos os finais do quadro no programa, mas Junia permanece sozinha. Previsivelmente, no próximo programa, Edu aparecerá com uma nova beldade, pois o que realmente importa - para o ibope da emissora - são as curvas sensuais das artistas convidadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto isso, no mar da “Marmelândia”... Piadas toscas e inconvenientes! O quadro do Zorra, surgiu para preencher a grade televisiva com humor nada criativo. E por aí vai... Desde a ex-prostituta emergente que insiste em chamar seu assessor de “Graube” até as violentas tranças da infantil Abadia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na corda bamba do riso, falta o equilíbrio sensato de programas como a Turma do Didi da Rede Globo. O programa que vai ao ar no meio dia, é direcionado às crianças. Mas, parece que os roteiristas e diretores esqueceram-se disso. Apelos expressivos ao sensualismo e violência estão presentes nos episódios. O irreverente Didi sempre consegue o que deseja, mesmo que utilize métodos desonestos e violentos. Os alvos freqüentes são os colegas de programa que são agredidos e ridicularizados. Assim, a resposta destes se faz quase constantemente com uma cruel cena de vingança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No trampolim da audiência&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os programas de humor da tevê brasileira se caracterizam pela exploração do corpo feminino, violência e raramente por quadros que representam a situação sócio-econômica do País. Na briga por audiência, o que importa é garantir um telespectador assíduo às programações cômicas da emissora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em último plano, está o interesse em transmitir conteúdos relacionados aos fatos atuais da sociedade, da política e economia. O decreto principal é fazer com que os telespectadores se transportem para um mundo imaginário e distante dos acontecimentos reais. Se a realidade apresenta fatos difíceis, os programas de humor tentam fazer com que as pessoas esqueçam isso. Mas se transportar para uma fantasia coberta de sensualismo e valores deturpados pode ter graves conseqüências e causar alienação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palhaçada de qualidade &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo, existem programas que mesmo com a exploração do irreal, apresentam dados que procuram associar aos acontecimentos concretos. Um exemplo é o programa Custe o Que Custar, o CQC da Rede Bandeirantes. Os repórteres entrevistam pessoas célebres como políticos e artistas e fazem perguntas inusitadas, o que os demais repórteres jamais perguntariam. Fatos polêmicos são debatidos. No programa do dia 9 de junho de 2008, os apresentadores denunciaram de modo irreverente o superfaturamento do governo federal na compra de merenda escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O humor com qualidade do personagem João Plenário de A Praça é Nossa do SBT, transmite parte da opinião popular referente aos políticos. O ator Saulo Laranjeira ilustra detalhadamente um político corrupto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não muito distante disso, o Casseta e Planeta da Rede Globo, aborda de modo sutil e indireto os fatos relacionados aos problemas do País. Com charges bem humoradas dão as “alfinetadas” nos políticos e alertam o público para problemas reais. No episódio do dia 10 de junho, a “inflação” foi caracterizada pela atriz Cláudia Rodrigues. Na chamada da matéria, um dos “cassetas” destaca: “A inflação está de volta no Brasil!”. Em outra charge do mesmo episódio, o protesto é em prol ao meio ambiente. Contra o desmatamento da floresta Amazônica, os atores anunciam: “Liquidação Total na Amazônia!” e “Promoção de árvores e animais...”. O humor bem trabalhado no emprego do protesto desperta a atenção dos telespectadores para um problema ambiental grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reverente público espera que no trapézio da alegria, possa haver a certeza de acrobacias mais ousadas que não limite as reivindicações célebres de um País que sorri, mesmo com motivos para chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado originalmente no &lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;em&gt;Canal da Imprensa&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-8694461640753792044?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/8694461640753792044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=8694461640753792044&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/8694461640753792044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/8694461640753792044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/06/palhaada-na-tev.html' title='Palhaçada na tevê'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-5350000390970116861</id><published>2008-06-03T22:00:00.004-03:00</published><updated>2008-06-05T22:03:58.601-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Pororoca Espetacular</title><content type='html'>O cenário é o pôr-do-sol do Rio Araguari no Amapá. A trilha sonora para a cena do sol que reflete na água é uma sinfonia harmoniosa com um suspense encantador. As vozes sutis dos repórteres Regis Rosing e Glenda Kozlowski compõem a cena mística que se instala na ocasião. A reportagem do mês de dezembro de 2007 do Esporte Espetacular da Rede Globo, fala sobre a onda gigante que acontece no encontro do Rio com o Oceano, conhecida como “Pororoca”, recebe toques misteriosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os repórteres continuam a viagem na busca do fenômeno “extraordinário e invencível”, como assim descrito inicialmente pelo apresentador do programa, Tino Marcos. No barco, com muitas redes de descanso, o passeio segue por 26 horas até o momento em que o mesmo encalha na areia. Com o risco do barco tombar, Rosing narra: “Enquanto passamos pelo drama, a natureza tenta nos acalmar e o silencio aos poucos vai tomando conta da mata”. Outras citações ao decorrer da reportagem exaltavam a Pororoca como algo ameaçador e indistrutível. Ao se deparar com a Onda de três metros de altura, Glenda confessa medo, mas garante que a natureza iria lhe ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pretensão de Rosing em destacar o acontecimento do imprevisto na viagem e transformá-lo em algo impactante foje ao foco principal da reportagem. O insinuante clima místico imposto naquele momento possibilita ao telespectador fantasiar sobre possíveis “poderes” sobrenaturais da floresta. Isso destoa do caráter descritivo, real e suscinto de uma reportagem. A natureza não tem o poder de acalmar ou ajudar alguém, ela simplesmente existe e as fantasias humanas referente a ela não cabem em uma reportagem sobre o surfe praticado na ocasião.&lt;br /&gt;O misticismo pode ser entendido como uma religião. Muitos o entendem como uma seita ou então, como algo que transmite sensações internas e agradáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha editorial do Esporte Espetacular consiste em reportagens e entrevistas referentes ao esporte. Desse modo, não cabe “enfeitar” a programação com coisas que destoam da realidade esportiva. Às vezes, a fim de inovar, a criatividade é forçada e não se encaixa no contexto, na real essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato surpreendente da matéria se faz quando o surfista, Sérgio Laus, que disputava o Campeonato de Surfe na Pororoca, fratura uma vertebra em razão da força das águas do Rio Araguari. Os repórteres poderiam explorar mais esse fato e mostrar os fatores que fazem a onda ter grande impulsão. Outro aspecto interessante seria informar os truques contra acidentes utilizados por outros surfistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seqüência, um surfista bate o próprio recorde de tempo em cima da onda gigante. Após, os repórteres entregam o prêmio do recordista. Uma enorme Mandala indígena. Na cerimônia, Glenda diz: “Essa Mandala é para proteger e abençoar o recordista mundial nos próximos desafios”. A crença no sobrenatural novamente se faz presente nesse momento e a supertição é exaltada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na finalização da reportagem, Rosing e Glenda ressaltam o que a onda lhes ensinou e afirmam que ela (a Pororoca) deseja que todos vivam em paz e que possam assumir o papel do semelhante. Esse desfecho harmônico, com pitadas românticas não significa nada. Uma onda não ensina, o que pode acontecer é o ser humano aprender lições a partir de vivências ocorridas no momento em que teve contato direto com pontos determinados da natureza. Isso poderia ser interpretado de outra forma, pois o termo “a onda ensinou” pode ser também uma figura de linguagem. Mas a cena e a expressão dos repórteres mostram claramente a intensão de mistificação para o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mágica, mística, fenomenal ou simplesmente natural, apesar disso tudo, a Pororoca do Rio Araguarí prova que no Brasil existe a Onda Espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-5350000390970116861?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/5350000390970116861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=5350000390970116861&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5350000390970116861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5350000390970116861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/06/pororoca-espetacular.html' title='Pororoca Espetacular'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-7295698010308747549</id><published>2008-05-15T18:42:00.005-03:00</published><updated>2008-06-05T22:07:13.404-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Em busca do princípio</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;Criacionismo e evolucionismo: teorias distintas que buscam explicar a origem humana diante das evidências encontradas a cada dia. O assunto gera discussões na mídia e chega às universidades. Qual será a posição das instituições de ensino diante destes questionamentos?&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isis Ribeiro &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Patrícia Matter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem sempre procurou descobrir suas origens. Nessa procura não existem teorias corretas ou absolutas. Duas principais teses formam uma encruzilhada com caminhos distintos na explicação do suposto surgimento do mundo: o criacionismo e o evolucionismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O criacionismo é um princípio sustentado há milênios pelos cristãos. Para eles, o mundo foi criado por Deus em seis dias. Já o evolucionismo começou a ser divulgado na Europa no final do século 18, com o início do racionalismo, por Emanuel Kant. O racionalismo, como outras correntes filosóficas, aboliam a Bíblia e a religião. Mas é no século seguinte que essa teoria começa a ser difundida pelo filósofo e naturalista Charles Darwin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa discussão sobre as teorias continua até a atualidade. O princípio da existência é motivo de muitas pesquisas, análises, investigações, debates e congressos. E esse chega às universidades. Confessionais ou não, todas se posicionam diante dessa polêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Debate acadêmico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra Kerygma, que em grego significa pregação, é o nome da revista eletrônica do curso de Teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). Essa mídia conta com a participação de alunos do curso, professores e pesquisadores da área científica. De acordo com o editor da revista e professor do curso de Teologia, Reinaldo Siqueira, esse site é um meio de divulgação científica e acadêmica do curso de Teologia. "Na revista existem entrevistas, resenhas de livros, artigos, monografias, teses e dissertações", esclarece. Os temas criacionismo e evolucionismo, conforme estabelece a linha editorial da Kerygma, são abordados de acordo com o viés da Igreja Adventista do Sétimo Dia. " É uma revista da Faculdade de Teologia Adventista do Sétimo Dia. Cremos no criacionismo, mas como se trata de uma revista de divulgação científica, abrange também uma visão ampla sobre o tema", explica Siqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o editor, existe uma abordagem científica do criacionismo. Segundo ele, a ciência, na verdade, é neutra; o evolucionismo é uma teoria, assim como o criacionismo. "As pessoas acreditam que o evolucionismo é uma verdade inquestionável, mas na realidade é apenas uma teoria. O criacionismo usa os mesmos objetos de estudo que o evolucionismo. Sendo assim, se torna também uma teoria", declara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor da revista, Diego Ferreira, afirma que esse tema é relevante e sugere que seja mais debatido no veículo. "Poderia haver uma edição que falasse exclusivamente sobre evolucionismo e criacionismo. Seria interessante e proveitoso para todos os acadêmicos", ressalta. Já o jornalista responsável pela Kerygma, Wendel Lima, expõe o fato de haver poucos colaboradores na revista. "A Kerygma não é somente uma revista jornalística, ela também é acadêmica. Por isso, precisa da colaboração dos alunos para abordar temas como estes", propõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lima também exerce a função de colaborador em uma coluna semanal sobre Arqueologia e Ciência no site Paraná Online (pertencente ao Grupo Paulo Pimentel). A seção retrata questões polêmicas que a mídia expõe sobre descobertas arqueológicas ou científicas. A veracidade histórica de termos ligados ao criacionismo é defendida na coluna através de pesquisas, artigos e entrevistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evolucionismo em pauta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SCyyGDd-N5I/AAAAAAAAABw/VXRPfc_z6ew/s1600-h/legenda3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200727486786058130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SCyyGDd-N5I/AAAAAAAAABw/VXRPfc_z6ew/s400/legenda3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Segundo o doutor e professor de Microbiologia da Universidade Paulista (Unip), Alexandre Lourenço, o criacionismo não pertence a área da ciência e sim à esfera das religiões. "Não acredito nessa explicação para a origem da vida e distinção das espécies. Creio no evolucionismo, pois explica de forma consistente a diversidade da vida e as modificações das espécies", argumenta. Lourenço ressalta que não aborda diretamente o tema evolução, embora seja pano de fundo de algumas aulas, nos conteúdos relacionados a resistência às drogas, virulência de microrganismos e relação hospedeiro-parasita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O historiador Gutenberg Melo, define a religião como um conjunto de princípios que não podem ser comprovados ou negados, por ter natureza metafísica. Já a ciência necessita de clareza e coerência em suas explicações, pois não se baseia em dogmas, nem numa idéia pré-concebida. Ele argumenta que não cabe julgar uma teoria ou outra, o objetivo deve ser compreender o que dizem. "Baseio-me em evidências e o que encontro de concreto são comprovações evolucionistas", enfatiza. Melo conta &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SCyylTd-N6I/AAAAAAAAAB4/NGWeZ4_WlSI/s1600-h/legenda1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200728023656970146" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SCyylTd-N6I/AAAAAAAAAB4/NGWeZ4_WlSI/s400/legenda1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ainda que esse tema faz parte do conteúdo de pré-história e que cronologicamente já diverge do criacionismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o geólogo e professor do Unasp, Nahor Neves, a temática é exposta na mídia de maneira expressiva, mas de modo parcial e tendenciosa. "Esse assunto, que creio ser muito importante, tem sido abordado há 150 anos de formas parcial. Com relação às origens tem prevalecido apenas um modelo: o evolucionismo. Acredito que o criacionismo é mais coerente com a realidade dos fatos", defende.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Política editorial equilibrada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na busca da imparcialidade, alguns preferem mostrar os dois lados do assunto. Esse é o caso da revista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ComCiência, que divulga trabalhos científicos com cunho jornalístico. “Não temos uma visão ou posição para defender, buscamos apenas contribuir com material relevante sobre o tema em questão”, esclarece o articulista da revista, David Santos Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, (PUC-RS), prefere não divulgar nada relacionado à criação ou evolução. A editora executiva de comunicação da PUC-RS, Magda Achutti, da revista eletrônica Informação, ainda não abordou esse tema em suas edições. Ela relata que a universidade e a revista não possuem uma posição preestabelecida sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-7295698010308747549?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/7295698010308747549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=7295698010308747549&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7295698010308747549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7295698010308747549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/05/em-busca-do-princpio.html' title='Em busca do princípio'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/SCyyGDd-N5I/AAAAAAAAABw/VXRPfc_z6ew/s72-c/legenda3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-5133768740113369891</id><published>2008-05-06T13:21:00.002-03:00</published><updated>2008-05-06T13:29:07.933-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Politicagem para o povo</title><content type='html'>&lt;em&gt;Tomate neles! Essa expressão poderia ser o brado da nação que desabafa diante das tramóias da classe política. Como confiar num governante diante de tantos escândalos? A política abordada na mídia é movida ao trivial: CPIs, falcatruas, desvios... Com tantas notícias relacionadas ao descaso dos governantes pelas necessidades do povo, a resposta se faz com igualdade: desinteresse da população pelos fatos políticos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isis Ribeiro, Elkeane Aragão, Mariana Jósimo e Luzia Paula&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desinteresse do povo em relação a política é algo preocupante devido ao crescente índice de escândalos que envolvem os governantes. A população bloqueou-se diante dos “ataques” vindo de lideres políticos. Desvios de verba, compra de voto, superfaturamento de obras, descaso aos problemas sociais, entre outros. Esses são alguns itens que trazem desilusão ao povo referente ao contexto político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revista Veja do dia 31 de janeiro de 2007 estampou em sua capa a projeção de um tomate podre referente a palavra “Políticos”.  A matéria da capa explicitava a opinião popular diante dos freqüentes escândalos políticos no Brasil. A reportagem afirmou que existe um abismo entre o povo e a política. Em denominação, este “abismo” se faz devido aos variados tumultos parlamentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dados encomendados ao Ibope pela Veja e divulgados na revista, constatou-se a visão popular dos políticos. Segundo a pesquisa, apenas 3% dos brasileiros acreditam que os congressistas representam e defendem os interesses da sociedade. Em contrapartida, a maioria dos brasileiros, 84%, acham que os parlamentares trabalham pouco. Entre os termos usados pela população para adjetivar os políticos estão: desonestos (55%); insensíveis aos interesses da sociedade (52%); e mentirosos (49%). O sociólogo Demétrio Magnoli, também expôs a opinião na reportagem e revelou que esses números não causam espanto. "São fruto do atual estado de degradação moral do Parlamento", declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista político da Universidade de Brasília, UnB, Octaciano Nogueira afirma para Veja que os brasileiros possuem memória curta. “Sete em cada dez brasileiros declaram não lembrar o nome do deputado em que votaram na última eleição".  O eleitor não sabe quem elegeu e isso dificulta em acompanhar o desempenho do político. O modelo do voto distrital, como nos Estados Unidos e Inglaterra, chega a restringir o número de candidatos a até um por partido. A vantagem é que, a proximidade do eleitor com o político faz com que o povo possa acompanhá-lo e assim cobrar providências devidas. Para o cientista político do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos, José Luciano de Mattos Dias, o político não possui comprometimento com a sociedade.  "Aqui (Brasil) o parlamentar já entra na Câmara sem ter o menor compromisso com quem lhe deu o voto", comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próprios políticos confirmam que falta empenho deles em relação à sociedade. O deputado do Partido Verde (PV) do RJ, Fernando Gabeira, confessa o descaso dos políticos ao declarar: "Congresso está de costas para a sociedade". Com isso, esse mesmo Congresso é encarado com desleixo pelos eleitores. O cientista político Bolívar Lamounier confirma: "Essa concentração faz com que, aos olhos da população, o Congresso seja visto como uma instituição que se dedica ao palavrório".  Segundo Lammounier, essa avaliação é perigosa e pode levar a outra conclusão, a de que o Congresso juntamente com seus componentes são totalmente dispensáveis. Mas a pesquisa do Ibope revela ainda que a maior parte dos brasileiros sabe separar a instituição dos que a compõem. Em outra pesquisa, do Instituto Latino barômetro, feita no Paraguai, Panamá, Bolívia e Equador, a porcentagem da população que afirma que a democracia pode funcionar sem deputados e senadores é menor do que no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visão da política em outros países&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As desconfianças com os políticos corrompem as fronteiras. Mesmo em países culturalmente avançados, com democracias organizadas, o grau de confiança na classe gira em torno de 30%, conforme dados do Instituto Eurobarômetro. Para esclarecer essa premissa o cientista político do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, Jairo Nicolau, diz: "é a crescente concentração de poderes no Executivo, mesmo em países parlamentaristas".  Para complementar, a também cientista política Lucia Hippolito, diz que: "os políticos já não detêm o monopólio da representação. ONGs, Igreja, mídia e universidades também cumprem esse papel”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atendendo ao déficit de conhecimento da população brasileira em relação à política nos Estados Unidos, sites jornalísticos como o Portal G1 e Folha Online explicam os detalhes da política no país norte-americano. Os jornais brasileiros utilizam-se de critérios minuciosos para informar o povo brasileiro, mas a maioria não se interessa por informações políticas de outros países. O portal de notícias da Globo G1, por exemplo, explica no dia 26 de dezembro de 2007, com infográficos, tabelas e jogos sobre o sistema estadunidense de eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor de Sociologia do colégio Unasp, Elias Gonzalez analisa a falta de conhecimento dos brasileiros sobre a política norte-americana como um problema. Para ele, o país deveria conhecer a forma como os políticos da terra de Hillary Clinton e Barack Obama governam, pois sua política exercer uma forte influência sobre o Brasil. “ O que acontece por lá pode ter reflexos não somente para o Brasil, mas para o mundo todo”, analisa Gonzalez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Revista Veja, os políticos foram classificados pelos eleitores de modo direto e hostil.  Eles denominaram a classe em sete pecados. São eles: leviandade, desonestidade, avareza, preguiça, alienação, intocabilidade e formação de quadrilha. De acordo com que Nogueira citou, deve-se ao menos “lembrar o nome do deputado em que votaram na última eleição” para então julgar com propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;texto publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-5133768740113369891?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/5133768740113369891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=5133768740113369891&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5133768740113369891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5133768740113369891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/05/politicagem-para-o-povo.html' title='Politicagem para o povo'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-6379445565122603843</id><published>2008-04-14T13:15:00.002-03:00</published><updated>2008-04-17T22:00:25.477-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><title type='text'>Informação com propriedade</title><content type='html'>O Jornalismo policial mostra o cotidiano. É um espelho que reflete a realidade dos acontecimentos. A “editoria dos desastres”, como é popularmente chamada pelos leitores, difere-se das demais pelo poder de repercussão diante da população. E para informar de modo adequado cabe ao jornalista policial um conhecimento de termos específicos usados na área de policia. Para isso, além da experiência adquirida no âmbito do trabalho, um manual de consulta facilita a condição do repórter. No Brasil, o Manual do Repórter de Polícia, de Marco Antônio Zanfra ajuda os jornalistas na elaboração das reportagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zanfra atuou durante quinze anos na editoria e expõe com fundamentos práticos diversas dicas para jornalistas iniciantes no ramo. Atualmente, Zanfra é Assessor de Imprensa do Departamento de Trânsito de Santa Catarina, Detran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Canal da Imprensa&lt;/em&gt;-&lt;/strong&gt;Comofoi o início de sua carreira no jornalismo policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marco Antônio Zanfra&lt;/em&gt;-&lt;/strong&gt; Quando estava no último semestre da faculdade, comecei a trabalhar na parte de revisão da Folha.Meses após passei a trabalhar na editoria de polícia. Não era o meu ideal de profissão, mas gostei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Quanto tempo você atuou nessa área?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; No total, foram 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Você enfrentou alguma dificuldade na profissão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Não tive dificuldades no trabalho, o que tive foram conseqüências. Certa vez, entrei em um hospital para entrevistar um garoto e o diretor do hospital prestou queixa por invasão a domicílio. Fui condenado a seis meses de prisão. Outra conseqüência foi quando virei refém em uma rebelião do presídio juntamente com outros repórteres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Houve alguma experiência que marcou sua carreira durante o tempo em que trabalhou na editoria policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Foram muitos anos na editoria de polícia, é difícil relatar algum fato marcante, porque tiveram vários. Mas os acontecimentos que envolvem crianças sempre mexem com os sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;Você recebeu alguma ameaça durante os anos de profissão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Não recordo de ter sofrido vinganças e nem ameaças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Qual a diferença do jornalismo policial para as demais editorias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O Jornalismo Policial mexe com pessoas e com os sentimentos delas. É um modo de jornalismo mais amplo e profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O que você acha do modo que as mídias retratam os fatos policiais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Atualmente existe muito despreparo, falta de experiência e objetividade na cobertura dos fatos policiais. Os repórteres deveriam seguir uma linha de raciocínio nas coberturas, para obter uma investigação mais minuciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Qual o limite entre o sensacionalismo e uma abordagem na íntegra dos casos policiais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Todos os casos policiais são sensacionalistas, pois o fato é “sensacional”, é algo que chama a atenção. O sensacionalismo apelativo se faz quando fatos que não são de interesse público ganham destaque pela mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Quais os atributos que um jornalista deve ter para ingressar na área policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Gostar da área. Fazer jornalismo policial sem gostar, faz com que o repórter se limite em simplesmente copiar o boletim de ocorrência ou buscar as informações básicas que a polícia passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os jornalistas recém formados estão preparados para atuar em uma editoria policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Nunca tiveram preparados. Antigamente aprendia-se com a prática, fazia polícia para aprender a trabalhar. Agora não existe mais estágio específico nessa editoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I-&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;Você é autor do “Manual do Repórter de Polícia”. Por que a iniciativa de fazer um manual assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; A iniciativa surgiu a partir dos erros dos jornalistas na área. Repórteres sem experiência cometiam erros porque não tinham interesse em aprender e não tinha referências, um livro para consulta. Assim, deixavam de checar a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Que nível de conhecimento sobre legislação deve ter um jornalista policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;O jornalista deve ter um nível básico de conhecimento. Ele deve entender, por exemplo, que o crime faz parte do código penal. O jornalista policial trabalha com legislação, então deve assimilar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;Existem no Brasil mais manuais que orientam os repórteres policiais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Este foi o primeiro manual nessa área e acredito que não existem outros manuais dirigidos a repórteres policiais no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I&lt;/strong&gt; - &lt;/em&gt;Você pretende lançar outros livros sobre o assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt; Não. Estou distante da área, não exerço mais a profissão de jornalista policial há cinco anos. Um material sobre esse assunto no momento, ficaria um pouco superficial. Quando redigi o Manual do Repórter de Polícia, estava vivenciando a profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;C.I -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Como você define o jornalismo policial da atualidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Zanfra-&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;O jornalismo policial deixou de ser especializado, portanto está sujeito a falhas e falta de objetividade. O repórter dessa área deve ter um raciocínio policial para obter o sucesso nas investigações. Para isso é necessário, além de ler o manual de polícia, vivenciar a realidade da profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado originalmente no &lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;em&gt;Canal da Imprensa&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-6379445565122603843?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/6379445565122603843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=6379445565122603843&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6379445565122603843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6379445565122603843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/04/informao-com-propriedade.html' title='Informação com propriedade'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-6380088221477083595</id><published>2008-04-07T14:12:00.002-03:00</published><updated>2008-04-07T14:13:35.469-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>O toque  de “recolher” a memória</title><content type='html'>São dezessete horas e o silêncio assombra a cidade. Ruas desertas, lojas fechadas, escolas vazias. O caos se instala em todo estado de São Paulo e o cidadão amedrontado tranca-se em sua própria casa. Lá fora a possibilidade da destruição corrompe o lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É guerra!” alguns dizem, outros preferem acreditar em uma solução para o que está acontecendo, confiam na justiça e esperam...&lt;br /&gt;A violência tornou-se algo rotineiro e muitas pessoas ainda ilustram nosso país como “terra tropical” de “encantos mil”, vendendo uma imagem falsa para os outros e para si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil sim, é muito difícil admitir que o lindo país do futebol e do carnaval está em plena Guerra Civil. Os bandidos já garantiram espaço no governo e na mídia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este comando, muito bem organizado, denominado PCC atua com rapidez e destreza. A força destes bandidos surpreende o Comando Militar que encontra-se despreparado e os resultados são os piores: cidadãos e policiais vitimados da crueldade humana e da desorganização governamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanheceu e tudo passou... As pessoas voltam à rotina. Lojas, escolas, empresas, tudo está normalizado, mas o que aconteceu mesmo com o PCC?!  E a organização nos presídios continua a mesma?! E os cidadãos que pagam impostos, que alimentam esses bandidos na cadeia, será que podem confiar na segurança pública?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto do momento é a Copa do Mundo, e o ocorrido a menos de um mês no estado já não ocupa mais espaço na mídia e nem na memória da população. O jogo do governo e da mídia de maquiar a situação do caos obtém sucesso. A peça fundamental deste jogo, o cidadão, continua aceitando uma felicidade momentânea e acreditando que ainda vive no país de “encantos mil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto  elaborado em junho de 2006.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-6380088221477083595?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/6380088221477083595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=6380088221477083595&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6380088221477083595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6380088221477083595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/04/o-toque-de-recolher-memria.html' title='O toque  de “recolher” a memória'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-2586478091363732988</id><published>2008-04-07T14:04:00.000-03:00</published><updated>2008-04-07T14:05:10.824-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A educação brasileira</title><content type='html'>Os índices atingidos no teste do Programa Internacional de Avaliação de Alunos ( Pisa) em 2006, realmente comprovam o grande déficit do Brasil na educação. O último lugar adquirido no exame reflete a desorganização e a péssima administração político-social do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este país é pobre de “cultura”, pois esta mesma palavra se torna sinônimo de festas e futebol. Em nível mundial é transmitido um perfil de pessoas ignorantes. As mulheres são belas, mas fúteis e os homens másculos, mas intelectualmente inábeis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo prefere investir na “cultura” do que na educação e isso resulta em alunos que não aprendem e professores despreparados e desmotivados. O ambiente em sala de aula é massacrante, e falar “pobrema” no lugar de “problema” se tornou comum e bonito, visto que até o presidente pronuncia erroneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comparar o Brasil com países europeus de alto nível intelectual, deve-se sentir profunda vergonha, mas isso não acontece. O brasileiro se orgulha da cultura de massa de seu país e visivelmente não se importa com a condição acadêmica que apresenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo uma visão ampla da sociedade brasileira e nas mais elevadas pretensões em obter uma solução para esse agravante social, a reestruturação política, educacional e cultural seria positivamente grandes fatores para alçar em busca de melhores condições de ensino para o Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-2586478091363732988?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/2586478091363732988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=2586478091363732988&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2586478091363732988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2586478091363732988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/04/educao-brasileira.html' title='A educação brasileira'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-9143129561195413319</id><published>2008-04-07T13:55:00.001-03:00</published><updated>2008-04-07T13:57:01.060-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Cheio de amor</title><content type='html'>&lt;em&gt;Isis Ribeiro e Rodrigo Colissi&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...Ele me desperta todas as manhãs...” Is. 50:4.&lt;br /&gt;“De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” Sl. 5:3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores necessidades do ser humano é sentir-se amado. Quando isso não é primazia pode resultar em uma vida de fracassos, desespero, angústia, solidão, sem experimentar o sabor da vitória e nem ao menos expressar um sorriso. É assim a vida de pessoas sem o amor. Porém, esse quadro pode mudar radicalmente quando acontece a descoberta que todos podem amar alguém e que principalmente alguém pode retribuir esse amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe o amor entre marido e mulher, entre paqueras, amigos, irmãos, entre o dono e seu animalzinho de estimação, o amor de pai e mãe com o filho ou do filho com os pais. Porém, nunca encontraremos um amor tão extraordinário como o expresso de Deus pela humanidade. O impressionante é que este amor vem sem merecer, sem fazer esforços e nem ao menos procurar retribuí-lo. E este magnífico sentimento divino se renova sobre nossas vidas a cada manhã (Rm. 5:5-11). “Temos de crer que fomos escolhidos por Deus para ser salvos pelo exercício da fé, mediante a graça de Cristo e a operação do Espírito Santo; e cumpre-nos louvar e glorificar a Deus por tão maravilhosa manifestação de Seu imerecido favor. É o amor de Deus que atrai a alma a Cristo, para ser graciosamente recebida e apresentada ao Pai. Pela obra do Espírito Santo, renova-se a relação divina entre Deus e o pecador.” (E Recebereis Poder, MM 1999, pág. 41).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia o Espírito Santo se empenha em convencer de que todos são inteiramente dependentes da graça de Cristo e de que devem Nele depositar a fé e a certeza de salvação. O sacrifício de Cristo é um ato salvífico, porém sem o trabalho do Espírito Santo este ato já teria sido esquecido pela humanidade. E todos viveriam sem a noção do quanto há um empenho diário pela preservação do homem por parte de Deus. Se a humanidade fosse deixada escusa do trabalho do Espírito Santo, possivelmente ninguém viria habitar as mansões celestiais prometidas por Cristo, pois dificilmente O procurariam por si próprios. O fato da obra do Espírito Santo ter como função principal convencer o homem da necessidade do perdão do Pai - que se dá através da aceitação do sacrifício de Jesus - é a maior prova do empenho diário da Trindade pela salvação e manifestação constante da renovação de Seu amor. Isto exige esforço para uma reconsagração e conversão diária. Negar o eu e deixar que Cristo habite na vida (Gl. 2:20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A unidade com Cristo depende da renovação mental pelo Espírito Santo. Somos assim fortalecidos a andar em novidade de vida, recebendo de Cristo o perdão de nossos pecados. Aquele que possui aquela fé que opera pelo amor e purifica a alma é um vaso purificado, santificado e útil para uso do Mestre”. (Este dia com Deus, MM 1980, pág. 148). Uma das melhores maneiras de firmar nos caminhos de Deus é empenhar-se em alguma tarefa ou ministério dentro da igreja e colocar em prática os dons que recebe gratuitamente como presente divino. Então se manifestará no coração do indivíduo um senso de utilidade própria como instrumento para uso na obra comissionada pelo Mestre. A melhor maneira de exercitar qualquer dom é pedir auxílio, direção e coordenação do Espírito Santo para a manifestação do amor pelo próximo e declaração de gratidão pelo amor demonstrado primeiro por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia e a cada instante deve-se repetir a oração de Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” (Sl. 51:10). Desta forma torna-se mais próximo o ideal de seguidores de Cristo. Não pode o ser converter-se e desejar manter os mesmos sentimentos e hábitos anteriores, que possuía quando levava uma vida longe dos pés do Senhor. Uma conversão assim não pode ser reconhecida como genuína. Todo aquele que passa pela verdadeira mudança, a manifesta no testemunho diário, nos atos, olhares, palavras, andar, modo de vestir-se e até no modo de alimentar-se. As coisas anteriores lhe incomodam agora e sente tristeza pelos feitos durante a vida de escuridão. A oração diária e a comunhão com Deus permitem que o Espírito Santo se manifeste e esculpe no coração a verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele deu o maior amor já existente e agora pede apenas a aceitação. Deus convida para a aceitação diária de Seu amor, pede a renovação da vida e quer as faces dirigidas para a única verdade. Mas mesmo assim, esse amor pode ser negado, pois o mundo é coagido pelo pecado, e ao negar o amor de Deus renuncia-se Sua verdade e Suas promessas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que esse amor possa fazer parte intensamente de todo viver e que o testemunho seja resplandecente aos olhos dos sedentos do amor de Cristo. “Os que são participantes do amor de Cristo pela aceitação da verdade evidenciarão isso fazendo diligentes e abnegados esforços para transmitir a mensagem do amor de Deus aos que estão em erro”, (Este dia com Deus, pág. 270).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-9143129561195413319?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/9143129561195413319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=9143129561195413319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/9143129561195413319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/9143129561195413319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/04/cheio-de-amor.html' title='Cheio de amor'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-2829800814699130814</id><published>2008-04-07T13:40:00.003-03:00</published><updated>2008-04-07T13:45:44.364-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A Lei na Folha</title><content type='html'>Atitudes, movimentos ou idéias. Todos os atos são regidos por leis. Seja um simples pensamento ou até mesmo uma ação mais ousada. A sociedade global obedece constantemente os paradigmas das regras conferidas, que podem ser de cunho religioso, social, acadêmico ou então, constitucional. E o jornalismo não foge disso. No Brasil existe a Lei de Imprensa. Promulgada em 1967 durante o período de Ditadura Militar, a Lei vigora até os dias atuais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente ressurgiu um projeto que visa banir a presente Lei e adotar medidas menos ditatoriais. A própria imprensa dividiu-se com opiniões diversas e muitas polêmicas. A Folha de São Paulo, por exemplo, foi um pouco além, mas claro, manteve o caráter informativo e expôs ao leitor detalhes sobre o assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 21 de fevereiro deste ano, a Folha publicou a notícia de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, concedia uma liminar provisória para a revogação da Lei de Imprensa. Na matéria, o ministro alega que a lei regula a liberdade de pensamento e informação. Em citação, Britto dispara: "Imprensa e democracia, na vigente ordem constitucional brasileira, são irmãs siamesas". Essa afirmação pode denotar certo caráter apelativo ou ríspido. Comparar a liberdade de Imprensa com a democracia do Brasil realmente é algo forte. Num País em que democracia significa - para a grande massa - um simples poder de voto, denota a liberdade de Imprensa como algo democrático e de fácil resolução, algo da escolha da população. Mas as opiniões, seja na classe jornalística ou não, se divergem. Haverá limites para a liberdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assunto delicado que exige dos veículos muita cautela ao retratá-lo. Informar sobre os fatos é o mais sensato. Mas o cuidado deve estar também nas entrelinhas da informação para não apresentar caráter sugestivo, às vezes num simples depoimento. Como no caso anterior. Mesmo sem intenção por parte da Folha, a afirmação do ministro pode transmitir ao leitor uma posição firmada e sugerir que a atual Lei de Imprensa manipula a liberdade da classe jornalística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte à matéria anterior, a Folha estampa o título: "Serra diz que Lei de Imprensa é ‘produto genuíno da ditadura’". A notícia compara a Lei de Imprensa nos dias atuais e nos tempos de Ditadura Militar. A opinião do governador do estado de São Paulo ganhou ênfase pela editoria da Folha. Certamente ele é uma pessoa pública notável e sua opinião é relevante. Mas o jornal destacou de maneira astuta. Em determinado trecho, Serra diz que "A ditadura não tinha a menor simpatia pela imprensa livre e tratou de combatê-la e inibi-la com os meios à sua disposição. Um deles foi, exatamente, a Lei de Imprensa, nascida para cercear a informação e a crítica". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntamente com os citados segue outros títulos relativos ao assunto publicados na Folha: "Liminar suspende partes da Lei de Imprensa" e "Maior parte das democracias tem lei específica". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modo como a Folha utilizou as informações deve levar a uma reflexão mais minuciosa. Todas as notícias mostraram opiniões e fatos que induzem o leitor a pensar apenas de uma maneira: a Lei de Imprensa inibe a liberdade de expressão. Atitude na qual é parcial. Faltou na Folha expor mais a opinião da população sobre o assunto, isso seria democracia. O outro “lado da moeda”, ou seja, a opinião de comunicadores que aprovam e convivem com a Lei de Imprensa também faltou. Isso seria parcialidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista e advogado Vinícius Laner, em artigo publicado no site UOL, coloca o assunto em debate e diz: "A Lei de Imprensa brasileira é detalhista ao tratar da responsabilidade do jornalista. Regulamenta o direito de resposta, caracteriza os crimes de imprensa e estabelece as penalidades e indenizações cabíveis. Então, a discussão da nova Lei de Imprensa centra-se nesses aspectos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antiga lei, uma nova Lei de Imprensa ou então a antiga reformulada, pode ser também uma nova lei das novas. O que importa é um consenso ou bom senso para fazer um jornalismo de compromisso, prestador de serviço e imparcial. Na Folha pode haver rabiscos, mas nunca rasuras que desonre a estrutura do "primeiro jornal em tempo real".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto publicado originalmente no &lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br"&gt;&lt;em&gt;Canal da Imprensa&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-2829800814699130814?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/2829800814699130814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=2829800814699130814&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2829800814699130814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2829800814699130814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2008/04/lei-na-folha.html' title='A Lei na &lt;em&gt;Folha&lt;/em&gt;'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-4518821666109087026</id><published>2007-12-12T08:30:00.000-02:00</published><updated>2007-12-12T08:43:24.900-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Trabalho para menores</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A exploração de crianças e adolescentes é um grave problema no Brasil. O trabalho infantil prejudica o desenvolvimento psicológico, físico, social e acadêmico.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vai uma bala aí tio?”. Essa expressão é comum aos ouvidos de quem freqüenta diariamente o trânsito movimentado das metrópoles. Diversas crianças assim como o menino do semáforo, autor do termo, se expõem em rotinas extensas de trabalho. Entre várias profissões, meninos e meninas dedicam horas do seu dia em atividades desgastantes e até mesmo perigosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados fornecidos pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao site Wikipédia, o número de crianças que trabalham ultrapassa cinco milhões no Brasil. Desse número, mais da metade dos trabalhadores são meninos, em diversas idades.  As atividades exercidas por essas crianças variam. O ambiente de trabalho pode ser em canaviais, minas de carvão, construção civil, metalúrgicas, na arrumação da casa de pessoas sem parentesco direto, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Famílias muito pobres com renda insuficiente para suprir as necessidades básicas contam com o trabalho dos filhos mais velhos, mesmo que esses sejam menores de idade. Lares desestruturados sem bases sólidas para o desenvolvimento pleno, famílias abaladas pela separação ou morte e até mesmo o número elevado de filhos faz com que jovens ingressem no trabalho precocemente. Outro fator que contribui para o egresso das crianças ao mercado de trabalho encontra-se com raiz em problemas sociais, como a falta de emprego ou dificuldade na procura deste. A professora Maria do Carmo Ferreira expôs um artigo no Diário Popular de Pelotas-RS, no dia 10 de agosto deste ano, sobre o trabalho infantil e afirmou que o trabalho, em geral no Brasil é imprescindível, porém bastante escasso. “O trabalho no Brasil é muito necessário e é tão difícil o pai ou a mãe conseguir um emprego que acabam colocando seus filhos, ainda em idade escolar, no mercado de trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que diz a lei&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Trabalho infantil é toda tarefa desempenhada por crianças com idade menor da permitida pela legislação brasileira. O Estatuto da Criança e do Adolescente é um conjunto de leis criado no ano de 1990, que garante os direitos e deveres de crianças e jovens. Esse Estatuto assegura as leis aprovadas pela Constituição Federal. Esta por sua vez prevê que a idade permitida para trabalhar, em geral, é de 16 anos. Mas no caso de trabalhos que ameacem a segurança e a saúde faz-se necessário a idade mínima de 18 anos. O jovem também pode, na condição de aprendiz, iniciar no emprego aos 14 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o trabalho infantil não é denominado crime de acordo com a legislação vigente. Este se faz ilegal conforme o modo nocivo em que se enquadra. Casos de maus-tratos, exploração, prostituição e pornografia são atos criminosos. Essa situação confunde diversos cidadãos, pois a própria lei que proíbe não é capaz de punir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Estatuto, a criança possui direito de estudar conforme consta no artigo de número 53, citado a seguir e retirado do site www.planalto.gov.br do Governo Federal, mas isso não é cumprido em totalidade no Brasil. Do artigo 53, “a criança e o adolescente têm direito à educação, ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho”. Além disso, o mesmo assegura a igualdade de condições para acesso e permanência na escola, a participação em entidades estudantis e o acesso à escola pública gratuita. Os direitos de ser respeitado pelos educadores, de contestar critérios avaliativos e recorrer às instâncias escolares superiores também ganham ênfase. Tal artigo define ainda, a responsabilidade dos pais no processo pedagógico e participação na definição das propostas educacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entidades defendem crianças e adolescentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre diversas entidades que atuam no País e visam o pleno desenvolvimento da criança e do jovem, cabe destacar o valioso trabalho desenvolvido pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A OIT foi fundada em 1919 e seu objetivo principal é promover a justiça social, por isso sua ligação direta com a erradicação do trabalho infantil no Brasil. Em geral, a organização preocupa-se em buscar melhorias para as condições de trabalho no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado em 1946, o Unicef possui embaixadores em diversos países. No Brasil, os artistas Renato Aragão e Daniela Mercury são incumbidos de arrecadar fundos que serão encaminhados para causas sociais direcionadas às crianças, em especial para a erradicação do trabalho infantil. O engenheiro e gestor do portal Nosso São Paulo (www.nossosaopaulo.com.br), Célio Franco, elogiou no site o trabalho desenvolvido pelo Unicef.  “Parabenizamos esta reconhecida entidade internacional, Unicef, pelo muito que tem feito em prol das crianças e jovens do mundo, durante toda a sua existência, com o objetivo de coibir as práticas infames de escravidão infantil, de fazer respeitar a criança e o jovem e construir um mundo melhor e mais digno para todos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Peti é programa do Governo Federal para erradicação do trabalho infantil. Esse tem como objetivo terminar com todas as formas de trabalho infantil no País a partir de um resgate da cidadania e inclusão social das famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um problema social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O trabalho dessas entidades faz diferença para várias famílias. Entre eles, o mais conhecido pela população em geral, é a campanha da Unicef, devido a divulgação na mídia. Todos possuem grande relevância, mesmo sendo um trabalho lento a fim da erradicação total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ao analisar o contexto político-social brasileiro em que o índice de desemprego para adultos é elevado, a ironia se faz ao descobrir que os adultos estão desempregados e as crianças trabalham. A indagação então consiste em saber se também não falta emprego para as crianças. Mas a resposta é rápida e objetiva: não. Esse emprego realizado pelas crianças poderia ser exercido pelos adultos, mas a diferença é que no Brasil não existe trabalho infantil e sim, exploração de menores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-4518821666109087026?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/4518821666109087026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=4518821666109087026&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4518821666109087026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4518821666109087026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/12/trabalho-para-menores.html' title='Trabalho para menores'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-8186043074775385554</id><published>2007-12-10T15:23:00.000-02:00</published><updated>2007-12-10T17:12:50.510-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><title type='text'>Prevenção é meta do Proerd</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_o1SduKQL7no/R12LNT_vZBI/AAAAAAAAAIg/J3oSKjsn8BM/s1600-h/DSC00001.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_o1SduKQL7no/R12LNT_vZBI/AAAAAAAAAIg/J3oSKjsn8BM/s200/DSC00001.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142419410349155346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Elkeane Aragão e Isis Ribeiro&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;Rogério Prado é soldado da polícia militar em Cosmópolis, interior de SP desde 1997. Graduou-se em Letras pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp e fez especialização em segurança pública. Há seis anos atua como instrutor do Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência, o &lt;a href="http://www.proerd.rn.gov.br/"&gt;Proerd&lt;/a&gt;.&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ABJ Notícias - O que é o Proerd e como ele funciona?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; O Proerd é um programa eminentemente preventivo da polícia militar, feito com base no DARE América dos Estados Unidos. Lá começou em 1983. No Brasil, a idéia foi implantada em 1992 por policiais do Rio de Janeiro. Hoje, o programa é realizado no país e os estados que participam são Minas Gerais, Paraná e São Paulo. O policial não é dispensado das suas funções para aplicar o Proerd e sim, disponibilizado para atuar nas escolas. Vale à pena lembrar que o policial é um voluntário para realizar o programa. Quem tiver interesse pelo programa deve entrar em contato com a polícia militar do seu estado. O Proerd é uma parceria da Secretaria de Segurança Pública com a Secretaria da Educação. O órgão militar entrega um material de apoio para o policial, para a realização das atividades em sala de aula. Cada aluno recebe uma cartilha didática.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Qual o público alvo do Proerd?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Em Cosmópolis trabalhamos com alunos da quarta série, ensino fundamental, mas em outras cidades o trabalho também é feito com crianças da quinta e da sexta séries. A faixa etária é de 10 a 12 anos. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Como surgiu a idéia de implantar o Proerd em Cosmópolis?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; A polícia militar do estado mandou um documento falando sobre o programa. Houve interesse por parte dos policiais daqui, então fizemos um curso de capacitação e fomos credenciados como instrutores. O Proerd existe na cidade de Cosmópolis desde 1999. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Qual é o tempo de duração do programa e como é feito o encerramento?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; O programa dura três meses. São 10 lições uma a cada semana. No final, fazemos uma formatura com parceria da direção da escola. É uma festa! Nesse dia, temos a presença dos pais e de autoridades. Com a ajuda de patrocinadores entregamos um certificado de conclusão do curso e uma medalha. É um dia especial para a comunidade e para os policiais que atuaram no programa, pois desmistifica a aversão que muitas pessoas têm de policiais. Afinal a nossa principal função como instituição é ajudar as pessoas &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele é vinculado a alguma instituição religiosa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; As entidades religiosas apóiam, mas não tem nenhuma ligação direta. Já foi realizado na Escola Adventista de Artur Nogueira e na última formatura, entre as autoridades locais, um padre estava presente. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;O fato de você ser cristão influencia nesse trabalho?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Influencia muito. Em meu trabalho tento deixar claro para os estudantes que eles têm poder de fazer as próprias escolhas. Falo bastante sobre influências. Sei que sou um modelo positivo e a cada aula eu também cresço, como cristão e ser humano. Minha comunhão com Deus faz com que eu desenvolva um amor por eles. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Que tática você usa para falar de Deus com as crianças?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; A metodologia do Proerd é o construtivismo. Trabalhamos a cidadania e auto-estima e isso dá abertura para falar de Deus. Uso a tática da conversa. Por meio de dinâmicas, as crianças reconhecem o valor de Deus em suas vidas. Cada lição traz uma reflexão. Elas entendem que podem dizer não a uma oferta de drogas ou bebidas alcoólicas. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Como era a sua vida antes de trabalhar no Proerd?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Apesar de eu ser cristão, às vezes freqüentava alguns bares e bebia socialmente. Mas quando comecei a participar do Proerd parei de ir aos bares que freqüentava, pois falava sobre os malefícios da bebida alcoólica em sala de aula. O convívio direto com as crianças me ensina muitas lições. Suas histórias emocionantes contribuem para o meu crescimento pessoal. Esse programa tem uma grande influência, pois, o que a gente faz agora ecoa na eternidade. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Você aplica as lições do Proerd na educação de suas filhas?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Sim, aplico as experiências que tenho no Proerd em casa. Uma das minhas filhas já fez o Proerd. Foi com outros instrutores, na cidade de Americana, SP. Nesse trabalho, se cultiva a paciência, o amor, a prática da escuta ativa. Com isso, aprendi a dar valor ao que minhas filhas têm pra falar. Isso me ajudou a crescer como pai e como pessoa, pois aplico essas lições também com outras crianças e adultos que estão ao meu redor. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Quando você ingressou na polícia militar seu objetivo era trabalhar com algum tipo de trabalho social?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Não, quando entrei na polícia não sabia da existência do Proerd. Eu só queria ser um policial comum. Mas um amigo que é policial em Artur Nogueira me falou sobre o programa. No início não entendi o valor do Proerd e fiz o curso somente para fugir da minha rotina. Mas o programa foi surpreendente. Estou muito feliz por realizar esse trabalho e pretendo fazer isso até quando Deus me der forças. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Que dificuldades você encontra pra realizar o projeto?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; As mesmas dificuldades que alguns professores enfrentam. A ausência dos pais, crianças muito carentes sem referência alguma, indisciplina e classes lotadas com 40 alunos. Outras dificuldades são com a grade curricular e atividades normais da escola. As reuniões do Proerd são uma vez por semana. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;A polícia militar desenvolve mais algum tipo de projeto social?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado - &lt;/span&gt;Sim. Existem muitos projetos sociais dentro da polícia militar que não são muito divulgados. O Proerd é "a menina dos olhos da polícia militar" e muitas pessoas não conhecem. Os projetos sociais que a polícia militar desenvolve são policiamentos preventivos. É função da polícia militar evitar os problemas que existem hoje. Outros programas são o Jovem Construindo a Cidadania, JCC e o Bem-te-vi. O primeiro com alunos do ensino médio, estimulando-os a serem facilitadores e multiplicadores de boas obras. Ensinamos a eles passarem adiante a experiência positiva que tiveram ao dizer não as drogas e bebidas alcoólicas às crianças do ensino fundamental, asilos, orfanatos e outras instituições sociais. O segundo é da policia militar rodoviária relacionado ao trânsito. Existe também o Proerd para os pais. Eu ainda não estou autorizado a aplicar esse curso, mas acredito que seja muito edificante e ajude muitas famílias. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Como você define a importância do Proerd para a comunidade sendo que é aplicado também para pais?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Muitas pessoas falam que ele vem só pra somar, mas é muito mais que isso. Para que a gente atinja o objetivo, tem de haver interação da polícia, dos pais, e da escola, então eu defino como algo imprescindível pra sociedade. O efeito que o programa causa nas crianças é incrível. Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo, USP, sobre o Proerd constatou que a maioria das pessoas que passaram pelo programa não aderiu ao uso de drogas e bebidas alcoólicas. O Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas, Cebrid, faz pesquisas todos os anos e os resultados recentes são de que a maioria dos jovens que passaram por projetos sociais como este, se afastam das drogas. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Você consegue imaginar sua vida sem o Proerd?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado - &lt;/span&gt;Não. É um programa muito envolvente. As crianças se apegam e você se apega a elas também. Elas falam muito sobre o programa para os pais e familiares, e estes se interessam em conhecer os policiais. Eu não imagino a minha vida sem o Proerd. Se não tivesse na cidade eu iria buscar em outro lugar, faria qualquer coisa para implantá-lo aqui em Cosmópolis ou em qualquer lugar que eu morasse. &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Que conselho você daria para alguém que estivesse interessado a se dedicar a algum projeto social?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Como profissional, instrutor do Proerd e cristão, aconselho qualquer um a participar de projetos sociais. O maior beneficiado de qualquer projeto social é quem o aplica. Aprendi a ser mais paciente e amável com as pessoas nas minhas atividades policiais, importar mais com as pessoas. Este é um dos objetivos do programa e da própria polícia militar. Um dos lemas da instituição é: Polícia e comunidade juntos por um bem comum", então se alguém quer dar um novo sentido para a vida deve participar de algum projeto social. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sua família apóia você no programa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prado -&lt;/span&gt; Sim e gostam muito. Minha irmã também participou do Proerd na escola em que estuda. Todos entendem, pois vêem o carinho que as crianças tem por você. Para elas você é um herói e isso é contagiante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.abj.unasp.edu.br/"&gt;ABJNotícias&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://www.abj.unasp.edu.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-8186043074775385554?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/8186043074775385554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=8186043074775385554&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/8186043074775385554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/8186043074775385554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/12/preveno-meta-do-proerd.html' title='Prevenção é meta do Proerd'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_o1SduKQL7no/R12LNT_vZBI/AAAAAAAAAIg/J3oSKjsn8BM/s72-c/DSC00001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-8739345685491433338</id><published>2007-12-10T12:47:00.000-02:00</published><updated>2007-12-10T15:59:51.102-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Memórias de prata</title><content type='html'>Aspecto jovem e dinâmico. Muitas fotografias, ilustrações, cores fortes e vibrantes, letras modernas e textos agradáveis. O título: &lt;em&gt;Unasp 25 anos&lt;/em&gt;. O logotipo feito para a comemoração do aniversário em 2008 ganha destaque sobre o brilho prateado ressaltado na capa do livro-reportagem retrato. Após meses de pesquisas, reportagens e depoimentos, os alunos Daniel Lüdtke, Delmar Reis, Caroline Ferraz e Natiéli Schäffer puderam ver seu projeto de conclusão de curso finalizado. Além de um simples trabalho de pesquisa, o sonho de ver o registro histórico da instituição que fez parte de suas vidas por anos, foi realizado. Com objetivo de registrar a história e promover o campus, os alunos resgataram as memórias quase perdidas no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lüdtke, a falta de documentos jornalísticos que registrem a história do Unasp, Campus Engenheiro Coelho, motivou o grupo na realização do projeto. "A instituição irá fazer 25 anos e seu passado logo seria esquecido. O único livro que registra a história do Unasp é o que foi elaborado nos 15 anos da instituição", relata. O grupo contou também com a colaboração dos pioneiros do lugar, que forneceram fotografias e relatos sobre o começo da instituição. Foi registrado desde o primeiro pilar a ser erguido no Novo IAE – primeiro nome do campus – até os detalhes sobre a modernização do então Unasp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro descreve as primeiras aulas dadas e mostra o ambiente físico em que ocorriam. Faz um paralelo ao longo dos anos sobre o percurso da instituição, sua evolução e contribuição para o crescimento da educação adventista no Estado e no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atualidade, o cotidiano de uma aluna do internato foi acompanhado detalhadamente e registrado no livro. Toda rotina foi explorada e divulgada para mostrar os benefícios espirituais, físicos e sociais ao morar na instituição de ensino para então, incentivar o egresso de jovens ao internato do Unasp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último capítulo aborda a influência direta do campus na contribuição econômica e social para a cidade em que está localizado, Engenheiro Coelho, e para a região. Ganha ênfase também as perspectivas do atual centro universitário em se tornar universidade. Os projetos para a implantação de novos cursos, a representatividade na vida de alunos bolsistas e a visão externa da instituição são evidenciados no final do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro-reportagem retrato sobre os 25 anos da instituição encerrou as apresentações dos formandos em Jornalismo na noite da terça-feira, 27 de novembro, com a possibilidade de publicação e divulgação para a comemoração de seu aniversário no primeiro semestre do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os orientadores do grupo foram os professores Allan Novaes e Kenny Zukowski. Novaes orientou a parte escrita do projeto e Zukowski ficou responsável pela orientação gráfica. A banca avaliadora foi composta pelos professores: Wagner Cantori, Allan Novaes e Kenny Zukowski. O coordenador do curso, Martin Kuhn, também estava presente na avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 51);"&gt;Texto publicado originalmente no&lt;/span&gt; &lt;a style="color: rgb(51, 204, 0);" href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic;"&gt;Canal da Imprensa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-8739345685491433338?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/8739345685491433338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=8739345685491433338&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/8739345685491433338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/8739345685491433338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/12/memrias-de-prata.html' title='Memórias de prata'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-4633523847400759130</id><published>2007-11-29T13:29:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T15:43:19.929-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Mas antes, Veja as fontes</title><content type='html'>A ausência do depoimento de especialistas, testemunhas ou pessoas envolvidas no fato em questão faz com que a reportagem seja apenas um espaço com meras palavras jogadas em uma folha. São palavras ao vento, pois não transmitem credibilidade e, assim, apagam-se com rapidez da mente do leitor. "...palavras apenas, palavras pequenas, palavras momento, palavras, palavras, palavras ao vento...", já dizia Cássia Eller, intérprete da música "Palavras ao vento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma reportagem se dá a partir do relato concreto, esplanado pelas fontes nela apresentada. E a revista Veja gosta de brincar no arriscado jogo do "diz que me diz", como na reportagem de capa da edição de 3 de outubro de 2007, intitulada "Che, a farsa do herói". Essa reportagem especial foi alvo de muitas críticas por não demonstrar confiabilidade. Como exemplo, temos o texto "Che e as calúnias de Veja", publicado no jornal Hora do Povo, em 10 de novembro deste ano. Nele, o jornalista Carlos Lopes acusa Veja de manipular os fatos: "Quais são as fontes de 'Veja'? Dois assassinos do Che. Os dois com o estigma queimando na pele e fazendo qualquer negócio para apagá-lo. Por isso, atribuem ao Che o seu próprio estigma de assassinos e covardes". Nessa matéria, a revista utilizou embasamentos teóricos e biográficos, sem descrição de fontes que revelassem algo extraordinário sobre o revolucionário. Veja, foi no mínimo infeliz ao atacar um personagem de grande conotação popular sem ter provas suficientes para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma reportagem, a revista comparou Che Guevara com revolucionários históricos e afirmou: "Por suas convicções ideológicas, Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro". Notoriamente, a revista gosta de utilizar esses personagens como referência para comparações. Na edição de 5 de outubro de 2005, os mesmos líderes foram comparados na matéria "Referendo da fumaça", em que a Veja posicionava-se a favor do "não" ao desarmamento. No texto, entre as sete razões que induziam o leitor a votar "não", estava no terceiro tópico a seguinte citação: "O desarmamento da população é historicamente um dos pilares do totalitarismo. Hitler, Stalin, Mussolini, Fidel Castro e Mao Tsé-Tung estão entre os que proibiram o povo de possuir armas". A revista, por ser um veículo sério e profissional não deveria citar esses exemplos, já que o referendo de armas se passava em contexto e época indiscutivelmente diferentes. Mas Veja novamente se posicionou frente a esse momento polêmico do País. Nessa mesma edição, expôs em uma citação sua opinião, sem ao menos buscar referências ou depoimentos de especialistas que comprovassem para o leitor os benefícios da idéia que defendiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe destacar também que a reportagem de capa "Questões de pele", de 5 de julho de 2006, trouxe um infográfico informativo referente ao tipo, cuidados e características de diferentes peles. Elaborado pel a médica americana Leslie Baumann, chefe do Centro de Dermatologia Cosmética da Universidade de Miami, a ilustração apresentou dicas dermatológicas para cuidar da pele. A citação de que a pesquisa foi elaborada pela médica aparece apenas no início da reportagem e não como fonte no infográfico. Leitores que exploram apenas o recurso do gráfico, não percebem a relevância do conteúdo, por não conter a fonte relacionada próximo ao infográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sem limites para a barbárie" foi o título que a revista deu para o crime que chocou o Brasil em 14 de fevereiro de 2007. A foto do menino João Hélio, de seis anos, que foi brutamente assassinado por bandidos no Rio de Janeiro, estava na matéria de capa da Veja. A reportagem segue com a descrição do crime e na pausa entre uma narração e outra, discorre um texto opinativo em destaque sem citação da fonte. Entende-se, portanto, que esta seja a postura da revista e que a mesma assume a posição de "voz do povo". Apenas no final, apresenta a opinião de especialistas sobre possíveis soluções para a violência no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, a Veja gosta de se posicionar diante de acontecimentos polêmicos. Pelo fato de ser um periódico histórico de grande conotação, pensa ter o direito opinativo sobre os brasileiros. Consideravelmente, a revista possui o direito de expor sua opinião, mas que esta seja feito em um editorial específico e não inserido em trechos de reportagens. Por ser um veículo de caráter interpretativo, a revista confunde-se por vezes, em opinar sem embasamento de especialistas. Em alguns momentos, Veja assume posicionamento tendencioso e isso faz com que oculte certas fontes e se torne parcial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista deve entender que nem sempre a fonte diz o que o veículo deseja "ouvir". Mas a opinião delas deve ser respeitada acima de qualquer indução, pois são elas que constroem a realidade dos fatos. São as fontes que ordenam as marcas na folha em branco para construir um relato e não ser apenas meras palavras ao vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-4633523847400759130?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/4633523847400759130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=4633523847400759130&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4633523847400759130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/4633523847400759130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/11/mas-antes-veja-as-fontes.html' title='Mas antes, Veja as fontes'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-5809958629727424690</id><published>2007-11-12T13:40:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:03:42.649-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>O mundo nas ondas da CBN</title><content type='html'>A Central Brasileira de Notícias (CBN) sabe validar com competência seu slogan que diz: "A rádio que toca notícia". Comprometida com os fatos relevantes, informa os brasileiros sobre os acontecimentos mundiais. Diante de uma série de ocorrências, em geral, a rádio aborda as notícias importantes no contexto global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela expõe com qualidade, quase diariamente, as principais notícias do mundo. Porém, o espaço de destaque para essa editoria é pequeno e as informações são anunciadas rapidamente. Fugindo da regra, em alguns dias as notícias internacionais ocupam mais destaque na programação. Foi o caso da grade do dia 26 de outubro deste ano, que abordou cerca de sete matérias e uma entrevista com o analista político Rosendo Fraga, sobre a disputa presidencial na Argentina, em que a candidata Cristina Kirchner ocupava a liderança. Fato no qual teve grande repercussão mundial, pois ela era comparada com a líder da política no país na década de 40, Evita Perón. A CBN fez uma apuração minuciosa das eleições e informou desde a opinião popular até o resultado final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo fato de pertencer a uma grande rede como o Sistema Globo de Rádio, nota-se a facilidade da editoria em ter correspondentes no exterior. A CBN pode ter acesso a repórteres de outros programas da rede e enriquecer a apuração dos acontecimentos.Com repórter direto de Buenos Aires, a rádio abordou em uma única e completa matéria a apuração final das eleições na Argentina. Talvez, um pronunciamento da eleita enriqueceria a edição do dia, mas não houve. Diante das notícias em destaque, ao menos uma em cada data, estão repórteres que se encarregam em apurar o fato no local em que aconteceu. Na quinta-feira, 1.º de novembro de 2007, a correspondente Rosean Kennedy expôs direto de Londres informações referentes ao caso do brasileiro Jean Charles, assassinado pela polícia britânica em julho de 2005. O fato de a repórter estar mais próxima dos fatos caracterizou melhor a matéria, que descreveu a condenação dos policiais. Em outro caso, na notícia do dia 31 de outubro de 2007, a repórter da BBC Brasil, Anelise Infante, acompanhou para a CBN, direto de Madri, o julgamento de 28 pessoas envolvidas em um atentado ao metrô da cidade em 2004. A apuração da jornalista fez com que os ouvintes soubessem de detalhes, como gritos indignados da população pela absolvição de oito envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do critério de seleção utilizado pela rádio na divulgação do acontecimento mundial, ela opta em geral, por notícias catastróficas relacionadas às condições climáticas ou violência. Fatos que atingem de modo direto ou mesmo indireto os brasileiros também são matérias da editoria. Notícias como a de Jean Charles, tiveram direito a três matérias em dias consecutivos, além da citada acima. Isso ocorreu devido ao personagem central ser um brasileiro, e pelo fato de ter repercutido em nosso País na época do acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça-feira, 30 de outubro de 2007, a rádio não noticiou matérias internacionais. Esse fato mostra um descuido por parte dos editores, pois notícias certamente aconteceram em nível global. A matéria intitulada "&lt;a href="http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRB67031520071030"&gt;Rei da Jordânia pede que China se envolva mais com Oriente Médio"&lt;/a&gt;, do site da Agência Internacional Reuters, poderia ser noticiada no veículo deste dia. A matéria conta que autoridades israelenses e palestinas preparam-se para uma conferência de paz convocada pelos Estados Unidos no final deste ano, em que a China pode ajudar a garantir um progresso no acordo. Matérias como: "&lt;a href="http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRN3060991920071030"&gt;Helicópteros turcos voltam a atacar posições de rebeldes curdos"&lt;/a&gt; e "Enfraquecida, tempestade Noel leva chuvas para Cuba", seriam essenciais para a edição do dia 30. A primeira seria uma seqüência das matérias já noticiadas na CBN nos dia 26 e 28 de outubro de 2007. E a segunda que tranqüiliza a população em relação à tempestade Noel, seria fundamental, pois no dia anterior a emissora noticiou que a mesma tempestade deixara cerca de 20 mortos em passagem pela República Dominicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter o caráter de novidade de informação e a diversidade de assuntos deve ser os principais objetivos da editoria internacional do veículo. Captar a notícia direto do foco de origem com os correspondentes internacionais e noticiá-las em "primeira-mão", certamente farão o sucesso da rádio. Homens bombas, Hugo Chávez, Fidel Castro, Cristina Kirchner ou até mesmo Bin-Laden, o importante é informar com qualidade sem ignorar nenhum fato, pois os acontecimentos externos refletem também em nosso País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas ondas da CBN, as notícias podem vir de vários países. Independente da origem, o que os ouvintes esperam é que nesse mar de catástrofes e desacordos, a rádio traga também uma maré de boas notícias globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-5809958629727424690?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/5809958629727424690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=5809958629727424690&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5809958629727424690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5809958629727424690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/11/isis-ribeiro-central-brasileira-de.html' title='O mundo nas ondas da CBN'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-6893336789675872729</id><published>2007-11-08T13:50:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T17:06:43.352-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Em defesa do “Não”</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RzMxikWGkYI/AAAAAAAAABY/neUAM_winhQ/s1600-h/capa380.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130498870446821762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 208px; CURSOR: hand; HEIGHT: 244px" height="344" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RzMxikWGkYI/AAAAAAAAABY/neUAM_winhQ/s400/capa380.jpg" width="249" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Referendo ao Desarmamento foi uma campanha do Governo Federal em que todos os eleitores do País tiveram que decidir em abolir ou não, a compra de armas de fogo no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas mídias se posicionaram frente a essa votação e ocuparam o papel de formadores de opinião pública. A parcialidade não houve diante dessa campanha. A função de informar e mostrar os dois lados da situação não aconteceu por parte da maioria das mídias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, o posicionamento das principais mídias estava escancaradamente a favor do “Sim” ao desarmamento. Muitos anúncios publicitários, jornais, revistas e programas de televisão e rádio se posicionavam em campanhas que estampavam junto com o “Sim”, imagens relacionadas à paz. Foi um apelo ao que a mídia julgava ser correto e não a opinião do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revista Veja, publicou também a sua opinião. Em contraposição ao que as demais mídias expunham, a revista defendeu o outro lado. O “Não” foi capa da edição do dia 5 de outubro de 2005, contextualizado na seguinte frase: “7 razões para votar NÃO”. Abaixo disso outra frase dizia: “A proibição vai desarmar a população e fortalecer o arsenal dos bandidos”. Além das frases, a capa possuía a ilustração de um jovem no meio de muitas armas com as mãos em forma do símbolo da paz (pomba).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto ocupou a parte central da revista em uma reportagem especial. O título “Referendo da fumaça” estava estampado na primeira página da matéria. No início da reportagem, Veja expôs claramente sua opinião: “VEJA acredita que a atitude que melhor serve aos interesses dos seus leitores e do país é incentivar a rejeição da proposta de proibição. O sucesso de uma consulta popular deriva, antes de mais nada, da correção e da honestidade da questão a ser respondida pelos cidadãos. A pergunta que será feita no referendo das armas é um disparate. Ela ilude o eleitor. É uma trapaça, pois, mesmo que o SIM vença por larga margem, "o comércio de armas de fogo e munição" no Brasil vai continuar sendo exercido com todo o ímpeto pelo contrabando em nossas porosas fronteiras e pelos eficientes agentes do mercado negro – alimentado em grande parte pelas próprias autoridades policiais encarregadas de desbaratá-lo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de alguns “achismos”, a revista se embasou também em pesquisas mais consistentes e declarou os sete motivos pelos quais defendia sua idéia. Divididos em subtítulos, com textos explicativos, são eles:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Os países que proibiram a venda de armas tiveram aumento da criminalidade e da crueldade de bandidos. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;As pessoas temem as armas. A vitória do “SIM” no referendo não vai tirá-las de circulação no Brasil. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;O desarmamento da população é historicamente um dos pilares do totalitarismo. Hitler, Stalin, Mussolini, Fidel castro e Mao Tsé-Tung estão entre os que proibiram o povo de possuir armas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A política brasileira é incapaz de garantir a segurança dos brasileiros. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A proibição vai alimentar o já fulgurante comércio ilegal de armas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Obviamente, os criminosos não vão obedecer à proibição do comércio de armas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;O referendo desvia a atenção do que deve realmente ser feito: a limpeza e o aparelhamento da política, da justiça e das penitenciárias. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Alguns dos citados acima remetem a apelos irracionais, como o caso dos líderes tiranos que proibiram armas. A revista, por ser um veículo sério e profissional não deveria citar esse exemplo sendo que o Referendo de Armas se passa em contexto e época indiscutivelmente diferentes. Mas o último tópico abordado pela Veja, mostra exatamente que a revista sabe para quem escreve. O contexto político naquele momento inclinava-se a diversas denúncias contra o governo, CPIs e escândalos de desvio de verbas vieram à tona. Realmente Veja foi racional ao afirmar que o Referendo desviava a atenção desses problemas no cenário político. E a revista também sabia que essa afirmação fazia parte da opinião de seu público, pois em geral, as classes de nível B e C possuíam essa denotação crítica. Assim adquiriu respeito e confiabilidade de seu público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra edição da revista no dia 26 de outubro de 2005, foi publicado em sua capa a seguinte frase: “7 soluções testadas e aprovadas contra o crime”, acima disso a frase: “Depois do referendo, vamos ao que interessa:” e a ilustração de duas armas, saído destas as palavras “Sim” e “Não”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte interna da revista seguia o artigo com o seguinte título: “Depois de brincar de &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RzMyD0WGkZI/AAAAAAAAABg/z59gDd-sTSE/s1600-h/capa+Veja.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130499441677472146" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" height="326" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RzMyD0WGkZI/AAAAAAAAABg/z59gDd-sTSE/s400/capa+Veja.jpg" width="286" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;referendo, é hora de falar sério”. A revista se posicionava mais uma vez e dizia: “... O referendo das armas no Brasil tem algo dessa ilusão coletiva de que se pode vencer um inimigo poderoso, o crime violento, apenas pela repetição de mantras e mediante sinais feitos com as mãos imitando o vôo da pomba branca da paz. Infelizmente a vida real exige mais do que boas intenções para seguir o vetor do progresso social...”. Visto que essa edição viera após a votação, a revista concluiu o assunto com a citação: “Enquanto esse tráfico não for interrompido, podem ser organizados milhares de referendos e o problema do crime continuará do mesmo tamanho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O posicionamento da Revista Veja denotou muita critica por parte da mídia. O articulista Alberto Dines, publicou no site do Observatório da Imprensa no mesmo dia em que saiu a primeira edição da revista sobre o Referendo, o texto “Mimos da Veja” e afirmou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“A matéria de capa da Veja (nº 1925, 5/10/2005, págs.78-86), sob o título geral&lt;br /&gt;"7 razões para votar não", é um clássico do jornalismo panfletário, capaz de&lt;br /&gt;convencer alguns indecisos por algum tempo e confundir outros para sempre.Para&lt;br /&gt;começar: a matéria é prepotente e precipitada. Deliberadamente facciosa, sequer&lt;br /&gt;tenta uma isenção formal. Neste início da temporada de debates sobre o referendo&lt;br /&gt;das armas, com ainda três edições antes do 23 de outubro, ao invés de ensaiar&lt;br /&gt;uma progressiva troca de idéias capaz de suscitar o contraditório e algum&lt;br /&gt;esclarecimento antes de se acionar a urna, a revista berra para o leitor – ‘Cala&lt;br /&gt;boca, você não sabe nada’”.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O mesmo articulista citou no dia 11 de outubro de 2005 no Observatório da Imprensa, o texto do ouvidor da Folha de SãoPaulo, Marcelo Beraba, que dizia:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"A imprensa é pelo sim, só que isso é escamoteado" e "Se a matéria de Veja fosse&lt;br /&gt;‘Sete razões para você votar no sim’ não teria causado o escândalo que causou".&lt;br /&gt;Dines afirmou ainda no mesmo artigo: “Aquela matéria de capa de Veja (nº 1925,&lt;br /&gt;5/10/2005, págs.78-86) representa um exemplo de mau jornalismo e péssimo serviço&lt;br /&gt;público. Mas graças a Marcelo Beraba ela suscitou um debate que precisa&lt;br /&gt;estender-se até o início da próxima campanha eleitoral”.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O articulista, ao expor sua opinião no artigo fez exatamente o que condenou na revista, se posicionou diante da situação. Notoriamente a opinião deste se fez pelo “sim”, mesmo talvez, sem querer expressar isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista foi criticada pelas mídias porque não concordou com a opinião e as campanhas feitas por elas. Mas de certo modo, fez, mesmo que de forma “maquiada” o que as outras mídias fizeram: a manipulação da opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Referendo passou e hoje nem sequer há discussão sobre o que há dois anos era um grande problema para o País. O que continua na atualidade é a aceitação de tudo que vem da mídia, sem ao menos criticar e analisar o fato independente. O povo precisa entender que opinião é direito e uma boa crítica não faz mal a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fontes: Revista Veja Online: &lt;a href="http://www.veja.com.br/"&gt;http://www.veja.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Observatório da Imprensa: &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/"&gt;http://www.observatoriodaimprensa.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-6893336789675872729?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/6893336789675872729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=6893336789675872729&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6893336789675872729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6893336789675872729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/11/em-defesa-do-no.html' title='Em defesa do “Não”'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RzMxikWGkYI/AAAAAAAAABY/neUAM_winhQ/s72-c/capa380.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-446064526727502572</id><published>2007-10-31T14:07:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:07:27.632-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Uma TV para o povo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A TV no contexto brasileiro, que se encontra em grande parte inserida numa cultura massificada, é vista como sinônimo de entretenimento. O povo, em geral, não quer uma televisão que retrate a realidade com temas sociais e políticos. A inserção da TV pública pode ser no mínimo, um alvo insignificante diante das grandes potências televisivas no Brasil. Num âmbito político, a Rede Globo possui significantes influências para continuar sendo a primeira do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um canal de televisão com informações jornalísticas, acadêmicas, debates e temas culturais. A TV pública no Brasil, como as de outros países, seria o modelo perfeito com esse conteúdo relevantemente culto. Mas, qual o sentido da TV pública para um país inserido em uma cultura novelística? Como prova disso, temos exemplos reais de canais como “TV Senado” , “TV Cultura” e outros, que tornam-se insignificantes na memória dos brasileiros. A população opta por uma programação que não retrate a realidade. O papel funcional da televisão para nosso país, é de entretenimento. Quando o trabalhador pobre, analfabeto e isolado da “sociedade culta” chega em casa, quer, junto com sua família um espaço de reunião e diversão. Nesse caso, o mais viável a ele, são os programas que a TV apresenta. Isso diverte a família e as emissoras sabem disso. As novelas alcançam altos índices de audiência porque seguem essa proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o artigo “Alô, alô, TV Pública: aquele abraço” de Bernardo Kucinski, publicado no Observatório da Imprensa em 11 de setembro deste ano, a TV pública deve ter o objetivo de reproduzir informações jornalísticas, culturais, críticas e também entretenimento. “A competição da rede pública não é com a do estado, é com a da empresa privada”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro “Desafios da TV pública: necessidades e caminho” de Laurindo Leal Filho, apresenta dados de uma pesquisa, na página 116, e expõe que as pessoas entrevistadas querem uma TV de qualidade, uma programação cultural e educativa. Mas apesar disso, conclui que as pessoas declaram uma coisa e na realidade fazem e desejam outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fala-se em TV pública não pode-se deixar de aboradar também a TV digital. Na atualidade, a televisão pública associa-se a digital, pois com a chegada da nova transmissão, a TV aberta ganhará novos canais. E esses, por sua vez, pertencerão exclusivamente ao governo. O jornalista do “Estadão”, Renato Cruz, publicou em seu blog no dia 26 de setembro deste ano, um artigo intitulado “O PT e a democratização da TV”, no qual ressalta que o governo perdeu uma grande oportunidade em aumentar a pluralidade da televisão. “No lugar de reservar quatro canais para a TV Pública, sem saber nem como irá preenchê-los, poderia ter leiloado concessões em todo o País, que permitiriam a formação de novas redes de televisão”, destaca. Com essa medida, o governo acabou protegendo as emissoras vigentes, pois não terão concorrência de mesma categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande questionamento, e para alguns preocupação, gira em torno do que será feito com esses quatro canais. O governo deverá ter cuidados no que deseja veicular na programação das emissoras para que se torne realmente uma televisão com fins públicos, e não estatal. Cruz, indaga ainda no mesmo artigo, sobre as verbas do governo para a elaboração dos programas. “Com quatro canais, a TV Pública poderia passar 32 programas em definição padrão ao mesmo tempo. Como financiar a produção de tanto conteúdo?”, questiona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente o controle do que seria veículado garantiria a boa imagem do governo em gestão. É impossível idealizar a hipótese que o governo faria uma emissora imparcial. O mandato da vez garantiria seu status e pensaria na reeleição futura, mas é claro, de forma sutil e implícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não é aconselhável ao brasileiro é a idealização de um modelo perfeito de TV pública em nosso País. Num lugar em que nem tudo o que se promete é cumprido, e que forças políticas estão acima dos bens sociais e culturais, o compromisso com o povo fica em segundo plano diante de alianças políticas. A Rede Globo manda no Brasil, dita regras, constrói, alimenta a massa do país e dirige o pensamento atravéz de suas ideologias sociais. Isso garante altos índices de audiência, pois “supre” as necessidades do povo e o mesmo garante a emissora uma fortuna crescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o governo possa então, encontar soluções para implantar uma TV que ocupe o espaço na mente da população em que as novelas estão fixadas. Elaborar projetos de programações acessiveis a “cultura inculta” do povo de massa e atingir todas as classes com conteúdos significativos para inovar a televisão brasileira. Ocupar, enfim, o posto da Rede Globo, como primeiro lugar na vida das pessoas. Infelizmente, essa idealização além de sonhadora, é no mínimo utópica. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-446064526727502572?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/446064526727502572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=446064526727502572&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/446064526727502572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/446064526727502572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/uma-tv-para-o-povo.html' title='Uma TV para o povo'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-5885341006315019394</id><published>2007-10-31T13:56:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:08:20.501-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Verdade também vende</title><content type='html'>Compromisso com a verdade ou sensacionalismo. Vender notícias verídicas sem criar o “espetáculo da mentira” certamente é uma difícil tarefa para os jornalistas. Esse comprometimento com os fatos é abordado pelo personagem Henry Hackett (Michael Keaton), no filme O Jornal, dirigido por Ron Howard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme começa com dois empresários mortos dentro de um carro e uma pichação com insultos raciais na lataria. Quem encontra os corpos são dois jovens negros que estavam passando pelo local. Eles acabam sendo presos como principais suspeitos do crime. Esse acontecimento surge no dia seguinte como matéria de capa dos principais jornais, menos no The New York Sun, jornal no qual Henry trabalha. A partir disso, a equipe dele precisa definir rapidamente um “furo” para a próxima edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alicia Clark (Glenn Close), diretora de Henry, sugere que o jornal publique em sua capa a matéria de um acidente de metrô com a foto de um passageiro com o braço solto. Em contraposição, o jornalista propõe algo novo sobre a morte dos empresários e acusa Alicia de sensacionalismo. Ela apenas defende-se dizendo que os leitores se interessam pelo metrô. Henry indaga a diretora se ela fizera uma pesquisa e afirma que dinheiro não é tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão da responsabilidade com os fatos publicados e o sensacionalismo, que pode arruinar a vida das pessoas, também é debatida no filme. Alicia aceita a sugestão do jornalista, mas impõe o título da manchete de capa como “Agarrados!”. O título acusaria os jovens de serem culpados pelo crime. Henry afirma que é necessário apurar os fatos para publicá-los com autenticidade. A diretora garante que se não houver nada palpável a manchete será “Agarrados!”. Ao ser indagada sobre a possível inocência dos jovens, afirma com insignificância que hoje pode-se acusar e amanhã elogiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após obter indícios da inocência dos rapazes, Henry assume a postura de “herói-jornalista” e começa a investigar o crime. Sua luta pessoal consiste em inocentar os rapazes e assumir uma postura ética para que o sensacionalismo não ocupe a página inicial do The New York Sun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista obtém um depoimento que liberta os jovens da acusação, e após muita discussão com Alicia, o título “Não foram eles” é destaque na capa do jornal. Henry consegue dar o “furo” jornalístico. Sua matéria com a apuração verídica e bem-sucedida faz com que a história se torne interessante aos leitores e comprova que a verdade também atende ao gosto popular. Sensacionalismo ou não, o importante é um final feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Título Original: The Paper&lt;br /&gt;Gênero: Comédia Tempo de Duração: 88 minutos&lt;br /&gt;Ano de Lançamento (EUA): 1994&lt;br /&gt;Estúdio: Universal Pictures / Imagine Entertainment&lt;br /&gt;Distribuição: Universal Pictures / UIP&lt;br /&gt;Direção: Ron Howard&lt;br /&gt;Roteiro: David Koepp e Stephen Koepp&lt;br /&gt;Produção: Brian Grazer e Frederick Zollo&lt;br /&gt;Música: Randy Newman&lt;br /&gt;Direção de Fotografia: John Seale&lt;br /&gt;Desenho de Produção: Todd Hallowell&lt;br /&gt;Figurino: Rita Ryack&lt;br /&gt;Edição: Daniel P. Hanley e Mike Hill&lt;br /&gt;Elenco: Michael Keaton (Henry Hackett) Robert Duvall (Bernie White) Glenn Close (Alicia Clark) Marisa Tomei (Marthy Hackett) Randy Quaid (Michael McDougal) Jason Robards(Graham Keighley) Jason Alexander (Marion Sandusky) Spalding Gray (Paul Bladden) Catherine O'Hara (Susan) Lynne Thigpen (Janet) Jack Kehoe (Phil) Roma Maffia (Carmen) Clint Howard (Ray Blaisch) Geoffrey Owens (Lou)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-5885341006315019394?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/5885341006315019394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=5885341006315019394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5885341006315019394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/5885341006315019394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/verdade-tambm-vende.html' title='Verdade também vende'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-6392777101977355231</id><published>2007-10-31T13:44:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:20:54.869-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>Caminhando</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RyijbX9VWSI/AAAAAAAAABQ/n0wwjpUKYHk/s400/caminhando.JPG" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;por Isis Ribeiro &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-6392777101977355231?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/6392777101977355231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=6392777101977355231&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6392777101977355231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6392777101977355231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/por-isis-ribeiro.html' title='Caminhando'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/RyijbX9VWSI/AAAAAAAAABQ/n0wwjpUKYHk/s72-c/caminhando.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-7525088488510254356</id><published>2007-10-31T13:08:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:22:48.091-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>Lago do Unasp</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/Ryihrn9VWRI/AAAAAAAAABI/MayDAdge4JA/s400/lago.JPG" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;por Isis Ribeiro &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-7525088488510254356?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/7525088488510254356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=7525088488510254356&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7525088488510254356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7525088488510254356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/blog-post.html' title='Lago do Unasp'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YgzM4nfewZ0/Ryihrn9VWRI/AAAAAAAAABI/MayDAdge4JA/s72-c/lago.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-7903098773647985072</id><published>2007-10-30T11:30:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:23:58.517-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Sensualmente Agora</title><content type='html'>Jornal popular com ilustrações quentes e reais. O texto "picante" que aparece sutilmente em algumas editorias não tem restrição de idade na leitura do Agora São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modelos seminuas, celebridades em contexto erotizado e cores chamativas que despertam desejos. Esse conteúdo extravagante não faz parte de nenhum material de revista erótica. Num conjunto sensual, o jornal Agora São Paulo chama a atenção pelas fotos das belas modelos que estampa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição de número 3137, de 22 de outubro de 2007, mostra na página A2 uma foto que ocupa praticamente todo o espaço da folha. Trata-se da assistente de palco do programa Melhor do Brasil, da Rede Record, que posou de biquíni para o jornal. A fotografia recebeu o título de "O melhor filé do Brasil", sendo o vocábulo "filé" em tons vermelhos para destacar o trivial adjetivo à moça. Na nota que segue abaixo, o colunista da seção explica que a modelo pretende seguir a carreira artística e para finalizar comenta que ela pode ser o que quiser, pois é "o melhor filé do Brasil". Nessa declaração o escritor induz o leitor a pensar que ter um corpo bonito, como o da assistente, justifica qualquer ato da jovem. Em outras palavras, afirma que quem possui beleza não precisa de qualificação e conhecimento acadêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma edição, o caderno de esportes Vencer exibe na primeira página uma foto do jogador do São Paulo Futebol Clube (SPFC), Jorge Wagner, em que morde uma parte da camisa e mostra seu abdômen na comemoração de um gol. A foto não foi propositalmente sensual, mas mostrou a boa forma do jogador. O editor poderia ter utilizado uma ilustração mais contextualizada, como a que foi exposta na capa. Nesta, aparece Wagner na mesma pose, porém a figura de dois colegas de equipe faz com que a fotografia não destaque tanto o corpo do jogador. Faltou bom senso por parte da editoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caderno sobre o Grande Prêmio (GP) do Brasil 2007, o título da página C12 é "Beldades nos boxes". Em destaque, aparece a foto da jornalista e ex-amante do senador Renan Calheiros, Mônica Veloso, com o título "Capa da Playboy distribui beijinhos em Interlagos". O texto fala que ela foi assediada pelos torcedores, posou diversas vezes para as fotos e não se cansou de distribuir beijos aos fãs. A jornalista, como é ainda indevidamente chamada, gostou do título de "estrela" e deslumbrou-se com a fama. A ex do senador decidiu explorar suas curvas ao invés de usar seus conhecimentos acadêmicos. Certamente posar nua para uma revista masculina lhe renderá muito mais dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma página de Mônica, está a Miss Brasil 2007, Natália Guimarães. Em uma foto que ressalta os seios, aparece em destaque na legenda a palavra "sensual" e afirma que a moça "deixou a platéia boquiaberta com sua sensualidade". Em seguida, o figurino despojado da Miss é descrito e o short curtinho com a blusa branca é comentado pela repórter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia sabe explorar essas celebridades instantâneas e fazer delas uma grande notícia. E foi assim que o jornal Agora São Paulo fez na oportunidade que teve na cobertura do GP Brasil 2007. O imerecido destaque à Mônica e o insignificante atributo à Natália foram irrelevantes diante do evento. Não mereceria a matéria de meia página que teve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O "Carocinho da Semana"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o carocinho dessa semana foi a modelo fotográfico, Cristina Lima, de 22 anos. Esse termo vulgar é usado na foto da coluna do jornalista Vitor Guedes, na contracapa do Agora São Paulo. Na seção, a modelo aparece nua, pois não se pode considerar como roupa o minúsculo emblema de seu time que ocupa metade de suas nádegas. Além disso, conta a experiência sexual marcante de sua vida. No final da seção, o colunista avalia: "Delícia campeã para comemorações efusivas. Frente e verso cinco estrelas". Para quem deseja participar da coluna, Guedes pede que a leitora mande uma foto sensual com a camisa do time que torce para concorrer ao título "Carocinho da Semana".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma página, o jornalista apresenta notas críticas ao esporte que envolve termos pejorativos com vocabulário grosseiro. Dirige-se ao público como "fogosa leitora e descontraidaço leitor" e utiliza períodos como, "pior do que encoxar a mãe no tanque ou espiar a filha tomar banho pela fechadura". No dicionário de Guedes, o que falta é a palavra respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, nota-se que o jornal é destinado às classes D e E. Mas esse fato não permite que os colunistas e editores desrespeitem os leitores com palavras vulgares e fotos eróticas. Cabe à direção do jornal uma classificação de conteúdo para não deturpar o padrão moral da sociedade. O leitor que deseja adquirir material pornográfico deve procurar uma revista especializada no assunto, em que a venda é proibida para menores de idade. Infelizmente, alguns jornais populares apelam ao sensacionalismo e exploram a sensualidade para vender mais exemplares. Que Agora seja diferente para mudar esse conceito dos jornais de categoria popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Canal da&lt;br /&gt;Imprensa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; no dia 25/10/2007&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-7903098773647985072?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/7903098773647985072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=7903098773647985072&amp;isPopup=true' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7903098773647985072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/7903098773647985072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/sensualmente-agora.html' title='Sensualmente Agora'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-2226567567008099760</id><published>2007-10-26T10:44:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T16:24:42.381-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Pecados tropicais</title><content type='html'>Carícias, agarros, longos beijos e excitação. Esse conteúdo erotizado não faz parte de nenhum filme indicado para maiores de 18 anos. Na verdade, situações como estas são expostas freqüentemente na telinha de qualquer família. Basta ligar o televisor e esperar a novela começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sou 'profissa' de 'catiguria'", corrige a vulgar Bebel, interpretada pela atriz Camila Pitanga, em uma conversa com Marion ( Vera Holtz) na qual a chama de profissional do sexo. A personagem ilustrada pelos autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares na trama das 21horas, da Rede Globo, denota um perfil sensual e extravagante. Roupas curtas de cores chamativas e o clássico batom rosa choque estampado na boca despertam a atenção do público. Paraíso Tropical, que no trocadilho poderia tranquilamente se chamar "Paraíso Sexual", explora o universo lascivo na interpretação de certos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cama com mais um cliente, a câmera dá o "close" nas costas da personagem, que sutilmente desabotoa o sutiã. Novamente enfoca o rosto de Bebel, que demonstra gostar do que faz. Entre um expediente e outro, a moça ainda arranja tempo para satisfazer os desejos do cafetão Jader (Chico Diaz) e garantir algumas vantagens. Em um episódio, esfrega-se em seu patrão e diz: "Eu sou 'cara', tá?". Sendo assim, ganha o posto de ser "exclusiva", como a própria personagem diz, do empresário Olavo (Wagner Moura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vocabulário trivial empregado na novela denota o apelo sexual feito pelos autores. Expressões como "sua vadia", "cueca manera", "vagaba" e "fogo no rabo" passam corriqueiramente entre um capítulo e outro. Cenas de sexo em que a prostituta aparece na cama com o amante Olavo são mostradas de forma implícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cenas sensuais escondem-se por trás das tramas policiais abordadas na novela. O grande questionamento sobre a morte de Taís (Alessandra Negrini) fez com que os capítulos quentes de Bebel passassem quase despercebidos pela mente do telespectador. Tanto que a polêmica sobre prostituição no Brasil não entrou em questão. O comércio sexual em nosso País não foi abordado, sendo que, seria esta uma grande oportunidade para debater o tema. O que Paraíso Tropical fez foi divulgar as "curvas" das belas mulheres brasileiras e propagar o tráfico para o exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal Extra, do dia 27 de setembro deste ano, expôs em uma nota o seguinte título: "Bebel, a princesa do povo". A matéria relata sobre a popularidade da personagem e ressalta que seu jeito bem-humorado fez até seus erros gramaticais ganharem espaço no cotidiano do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra trama, também da mesma emissora, a luxúria ocupa destaque entre os demais pecados. A novela do autor Walcyr Carrasco, não poupa em insinuações sensuais. Linda, rica e extravagante, a personagem Beatriz (Priscila Fantin) não economiza na sensualidade para conseguir tudo o que deseja. Mesmo se o que almeja é um homem casado, no caso, Dante (Reynaldo Gianecchini), que é seduzido após muitos planos de conquistas elaborados pela maliciosa "patricinha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro capítulo de Sete Pecados já indicava a forma em que a luxúria atuaria. Beatriz, então namorada de Pedro (Sidney Sampaio), é flagrada aos agarros com outro homem em uma praia. A insinuação de sexo é clara, tanto que o próprio namorado esbofeteia a personagem ao assistir a cena da traição. Esse enredo fez alusão a um fato que estava sendo debatido na mídia naquele momento. Certa modelo (da vida real) fez algo semelhante com seu namorado em uma praia da Espanha e foi flagrada por um paparazzo. O mais interessante é que a avó de Beatriz diz não ter achado nada demais, assim como a avó da modelo na situação real. Esse caso comprova que valores morais e familiares estão cada vez mais deturpados diante da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As roupas justas e curtas de Elvira (Nívea Stelmann), o figurino provocante de Ágatha (Cláudia Raia) e os modelos deslumbrantes de Rebeca (Elizabeth Savala) fazem com que o telespectador abuse da condição de pecador. No enredo da trama tem até uma anja "tarada" e obsessiva para ver a "tatuagem" do DJ bonitão. Custódia (Cláudia Jimenez) abusa de técnicas nada celestiais para seduzir Adriano ( Rodrigo Phavanello).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sensual num país tropical&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizado boa parte na zona da linha do equador, o Brasil possui clima tropical e temperado. Essa atmosfera, em geral, justifica o uso de roupas curtas e então, sensuais. A exposição dos corpos desperta no povo um hábito propenso a sensualidade. E isso é retratado claramente nas novelas da Rede Globo. Personagens assim marcam a história da telenovela do País. Quem não se lembra da Lurdinha de América em 2005? Cléo Pires, que interpretava a meiga e insinuante amante de Glauco (Édson Celulari), ficou conhecida pela expressão "Oi tio!", na qual conquistou o empresário e também os telespectadores. Os másculos irmãos Sardinha, interpretados por Cauã Reymond, Pedro Neschiling, Reynaldo Gianecchini, Caio Blat e Leonardo Brício da novela Da cor do pecado, exibida em 2004, também chamavam a atenção pelas roupas litorâneas e os excitantes beijos nas belas atrizes da trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No país do Carnaval (que também é divulgado nas novelas), os conteúdos ardentes sempre fizeram parte dos enredos das tramas. Mulheres seminuas sempre estiveram em exposição, seja a Rainha da Sucata (1990) ou até mesmo a Senhora do Destino (2004), na briga por audiência Vale-Tudo (1988). Na Indomada (1997) tendência ao erotismo, tudo pode acontecer. É só esperar e conferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;a href="http://canaldaimprensa.com.br/"&gt;&lt;em&gt;Canal da Imprensa&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-2226567567008099760?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/2226567567008099760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=2226567567008099760&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2226567567008099760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2226567567008099760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/pecados-tropicais.html' title='Pecados tropicais'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-3817821384295851985</id><published>2007-10-10T09:43:00.001-03:00</published><updated>2008-04-07T13:58:24.558-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Ver e tocar, então crer</title><content type='html'>Todos chegaram atônitos ao anúncio que soava em alto tom que Ele, o Cristo havia ressuscitado. Mas como?- indagou Tomé, chamado Dídimo. Isso é impossível, o Mestre ressuscitou?&lt;br /&gt;O discípulo descrente não confiava na palavra dos outros onze, e na verdade não crera no Deus do impossível. Seu coração repleto de ceticismo denunciava seu amor ao visível. Tudo que fosse palpável, nisto ele acreditava. Sua vida indicava traços de um cientista que usava comprovação e análise em todo conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo que ouvira falar da ressurreição, que fora escolhido pessoalmente por Jesus não admitiu o provável acontecimento. Nesse momento colocou suas ideologias mundanas e um orgulho demasiado acima do amor à Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediu para “ver” e se não bastasse queria “tocar”. Tomé necessitava da utilização dos sentidos para comprovar a informação dada por seus amigos. Sentidos que estavam acima de valores como confiança e fé. Talvez o apóstolo não admitisse o fato de não ser o primeiro a presenciar a glória do Senhor, ou que os outros soubessem mais que ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“... ele não quis aceitar humildemente o relato dos discípulos, mas firmemente,&lt;br /&gt;e com confiança em si próprio, afirmou que não creria, a menos que pusesse os&lt;br /&gt;dedos nos sinais dos cravos, e a mão no lado em que a lança cruel fora&lt;br /&gt;arremessada. Nisso mostrou falta de confiança em seus irmãos. Se todos exigissem&lt;br /&gt;a mesma prova, ninguém hoje receberia a Jesus, nem creria em Sua ressurreição.&lt;br /&gt;Mas foi a vontade de Deus que a notícia dos discípulos fosse recebida por&lt;br /&gt;aqueles mesmos que não podiam ver e ouvir o Salvador ressuscitado”, O Desejado&lt;br /&gt;de todas as nações, pg. 236, Ellen G. White.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;É o testemunho dos discípulos acerca da ressurreição de Cristo que traz esperança a humanidade. O sacrifício de Jesus, seu sangue derramado na cruz não adiantaria se não houvesse posteriormente a vitória sobre a morte em ressurreição. Se todos os apóstolos fossem incrédulos, se duvidassem do ressurgimento do Filho de Deus da morte, o mundo hoje não teria perspectiva de salvação e vida eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Tomé duvidava, os outros onze confiavam sem questionar. Tomé era um homem que possuía muitas dúvidas. Com freqüência indagava Jesus sobre coisas da vida e Seu ministério. No livro “O Desejado de todas as nações”, de Ellen G. White na pg. 296 Tomé é descrito da seguinte maneira: “Tomé, leal, se bem que tímido e temeroso”. Esse relato sobre sua personalidade nos faz entender que o termo “temeroso” poderia fazer com que ele se posicionasse coagido diante de uma situação, talvez sua dúvida funcionasse como uma espécie de mecanismo defensório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreender o que Tomé sentia ou pensava não cabe a visão humana de entendimento. O posicionamento de Jesus nessa situação ensina o que é ter uma atitude de amor. “... na Sua maneira de tratar com Tomé, Jesus deu uma lição para Seus seguidores. Seu exemplo nos mostra como devemos tratar aqueles cuja fé é fraca, e põem suas dúvidas em destaque. Jesus não esmagou a Tomé com censuras, nem entrou com ele em discussão. Revelou-Se ao duvidoso. Tomé fora muito irrazoável em ditar as condições de sua fé, mas Jesus, por Seu generoso amor e consideração, venceu todas as barreiras. Raramente se vence a incredulidade pela discussão. Antes, isso como que a põe em guarda, encontrando novo apoio e desculpa. Mas revele-Se Jesus, em Seu amor e misericórdia, como o Salvador crucificado e, de muitos lábios antes contrários, ouvir-se-á a frase de reconhecimento, proferida por Tomé: "Senhor meu e Deus meu!"Mente, caráter e personalidade, pg. 499, Ellen G. White.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não&lt;br /&gt;viram e creram”. João 20; 29. Sem ver ou tocar, o simples crer faz confiar nas&lt;br /&gt;promessas que Ele fez. A fé modifica vidas, fortalece as muralhas da esperança e&lt;br /&gt;acalenta as vitórias.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-3817821384295851985?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/3817821384295851985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=3817821384295851985&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/3817821384295851985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/3817821384295851985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/ver-e-tocar-ento-crer.html' title='Ver e tocar, então crer'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-937995337613404435</id><published>2007-10-10T09:30:00.000-03:00</published><updated>2007-12-08T16:26:00.477-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Castigo deve ter sentido lógico</title><content type='html'>Denys Borguete, Elkeane Aragão, Isis Ribeiro e Mariana Jósimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O castigo é um método aplicado por educadores com objetivo de corrigir uma desobediência. A punição pode ser: física, exclusão de uma atividade preferida ou privação de algo desejado. Entre os psicólogos há discordâncias. Alguns apóiam a correção física como método de educar, desde que não exagere na “dosagem”. Para outros isto é violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Tutelar de Artur Nogueira define castigo físico como “maus tratos”. Na primeira vez que houver denúncia e for constatada a agressão, os pais recebem uma advertência escrita. Na segunda, ficam sujeitos à promotoria e o juiz pode recomendar o abrigo para a criança. A opinião da conselheira Márcia de Castro é que a sociedade perdeu o vínculo familiar. Os pais trabalham muito e não têm tempo para ficar com os filhos. Assim, os responsáveis pela criança e adolescente, suprem essa falta com presentes. Isto contribui para que não respeitem compromissos e regras familiares. “Os pais se sentem desrespeitados e partem para a agressão física”, declara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a secretária Jacira Pacheco, mãe de três crianças, a punição está ligada ao autoritarismo. “A criança tem que ser punida para aprender a respeitar as pessoas”, afirma. Já a telefonista Zilda Mesquita, mãe de três jovens, diz que o correto é não agredir a criança, deve-se explicar o porquê da repreensão. “Eduquei meus filhos da mesma forma com que fui educada, e a punição não me deixou traumas”, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pastor José Humberto Moura diz que geralmente o castigo físico é aplicado pela impaciência dos pais e porque a criança não pode reagir. “Seria mais eficaz refletir antes de aplicar o castigo”, aconselha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai solteiro Carlo Schneider, sempre conversa com seu filho de 11 anos, mostrando como agir corretamente diante das situações. Ele conta que raramente usa castigo físico. “Funciona mais privá-lo de algo que ele gosta”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a psicóloga Sandra Silva existem dois tipos de castigo: lógico e ilógico. Castigo lógico é aquele que tem sentido para a criança. Se o castigo não tiver objetivo vai prejudicar seu crescimento psicológico em todas as áreas. Ela crescerá inibida e com medo, ou rebelde e revoltada. “Ela tem que saber que o castigo restabelece uma situação ruim e deve assumir as conseqüências do prejuízo que causou”, esclarece. O contrário disso é o castigo ilógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Márcia, sociedade e governo devem se unir para alcançar soluções, promovendo projetos sociais e qualidade de vida para os pais. Além disso, a relação entre pais e filhos precisa ser restabelecida. “Antigamente, os pais brincavam com os filhos. Eu empinava pipa com o meu pai. Era maravilhoso. Hoje não se vê isso. O melhor presente que os pais podem dar aos filhos é a companhia”, conclui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-937995337613404435?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/937995337613404435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=937995337613404435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/937995337613404435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/937995337613404435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/castigo-deve-ter-sentido-lgico.html' title='Castigo deve ter sentido lógico'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-3093971419719307149</id><published>2007-10-09T16:37:00.000-03:00</published><updated>2007-12-08T16:34:34.216-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>Música exerce grande poder sobre as emoções, afirma palestrante</title><content type='html'>O editor da Revista Adventista, Michelson Borges, ministrou&lt;br /&gt;uma palestra nesta segunda-feira, 28, no auditório do Ensino Superior, durante&lt;br /&gt;a Semana de Arte 2006. Ele abordou os efeitos da mídia sobre a mente, enfatizando o poder da música. Segundo ele, o fim do relacionamento familiar e a influências negativas sobre as crianças são algumas das conseqüências do mau uso dos veículos de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o palestrante, a influência dos meios de comunicação&lt;br /&gt;pode moldar na pessoa um padrão de vida. Ele exemplifica isto com as mensagens subliminares – estímulos que ficam no subconsciente e que a mente não capta – contidas em produtos, filmes, novelas e outros. O editor ressalta ainda que o uso inadequado dos meios de comunicação prejudica os relacionamentos familiares, trazem influências negativas sobre as crianças e manipulam as mentes, deixando as pessoas sem liberdade de escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A influência musical&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o jornalista, a abordagem deste assunto para os estudantes de Educação Artística é de grande valor, pois a utilização da mídia deve ser feita de forma correta, transmitindo idéias positivas. “A mensagem subliminar é um tipo de arte, que não é usada como estética, mas com fins ideológicos ou comerciais”, afirma. Borges explica que a música, antes de passar pela razão, exerce um grande poder sobre o centro das emoções. Devido a este fato, ele salienta, deve-se prestar muita atenção ao que se ouve, pois existem músicas que despertam atitudes brutas e sensuais, induzindo à violência e sexualidade precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o palestrante, o rock, por exemplo, é um ritmo musical de impacto no comportamento humano, propagando alterações na personalidade do indivíduo. Ele relata que neste caso a influência ocorre especificamente pela música e não por causa da letra.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no site do &lt;a href="http://www.unasp.edu.br/diariodocampus"&gt;Diário do Campus&lt;/a&gt; em 30/08/06. &lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-3093971419719307149?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/3093971419719307149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=3093971419719307149&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/3093971419719307149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/3093971419719307149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/msica-exerce-grande-poder-sobre-as.html' title='Música exerce grande poder sobre as emoções, afirma palestrante'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-2502618843945128631</id><published>2007-10-07T11:33:00.000-03:00</published><updated>2007-12-08T16:37:52.052-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>“Bullying deve ser erradicado da escola”, enfatiza orientadora</title><content type='html'>Durante este ano o Colégio Unasp desenvolve um projeto que visa diminuir os incidentes de bullying, termo em inglês utilizado para definir situações de discriminação, exclusão, agressão e ofensa. Esta atividade acontece anualmente no Colégio, com o objetivo de garantir o bem-estar acadêmico e social de seus alunos, tendo a auto-estima como assunto de 2007. De acordo com a orientadora educacional e coordenadora do projeto, Ingrid Merkhler, esta iniciativa pretende desenvolver nos alunos a autoconfiança e respeito ao próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a coordenadora, as agressões verbais e físicas sempre existiram no ambiente escolar, mas somente há pouco tempo foi designado um termo específico para estas atitudes. “Tentar mostrar poder sobre o outro, menosprezar, invadir a privacidade e isolar o próximo são atitudes cotidianas de alguns estudantes”, ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudante do ensino médio, Mateus Joacir, revela que quando criança, seus colegas o humilhavam pois sua voz era aguda. “Não gosto de brincadeiras com ofensas, ninguém tem o direito de julgar o próximo”, desabafa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientadora descreve um caso ocorrido no Colégio no qual um garoto, alvo de bullying, passou a ser agressivo diante de sua família. Ela afirma também que a criança ou adolescente que pratica o bullying, já foi vítima em determinado momento. “Ele faz isso para se defender, para exercer poder sobre o outro e se exaltar”, explica. O estudante do Ensino Médio, Halan Camargo, relata que já praticou brincadeiras inconvenientes com seus colegas mas não conseguiu se controlar quando estes fizeram o mesmo com ele. “Os meninos faziam uma brincadeira de dar tapas na testa e isso me ofendia. Certa vez parti para a agressão”, confessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância e a Adolescência (Abrapia), realizou uma pesquisa em 11 escolas públicas e privadas na cidade do Rio de Janeiro. O resultado detectou que 40% dos 5 785 alunos de 5ª a 8ª séries estão diretamente envolvidos em atos agressivos na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a professora do 4º ano do ensino fundamental, Tássia Barros, o educador deve ter firmeza diante de situações de bullying. “O professor deve reprovar essas atitudes, conversar com os envolvidos e explicar para toda a turma que isto é errado. O aluno deve ter a consciência de que se trata de um assunto sério”, enfatiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Colégio Unasp possui um código de ética que orienta o educador nas decisões a serem tomadas diante de situações de agressão. Esse código propõe uma repreensão ao aluno e determina a sua retirada da sala de aula ou até mesmo uma suspensão, conforme a gravidade da situação. “O bullying deve ser erradicado da escola, os educadores podem adotar uma posição firme e de autoridade diante do ocorrido”, acrescenta Ingrid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reflexos na aprendizagem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos, o bullying pode afetar o estado emocional do aluno e prejudicar na aprendizagem. “Quando o estudante está com o emocional abalado, a atenção e concentração são desviadas porque o cérebro trabalha em função de minimizar esse problema. Portanto, se as emoções estão comprometidas, o intelectual não funcionará de forma adequada”, afirma a orientadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o professor de Geografia do ensino fundamental e médio, Elias Noriega, o rendimento escolar fica completamente comprometido quando o aluno sofre agressões, pois “isso prejudica o estado emocional do aluno e consequentemente afeta a assimilação dos conteúdos”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com pesquisas realizadas pela Abrapia, além de interferir na aprendizagem, o bullying proporciona um comportamento anti-social que compromete a vida adulta, pois essas atitudes agressivas são incorporadas diante da família ou no ambiente de trabalho. “A escola deve trabalhar junto com os pais para que os traumas psicológicos não afetem posteriormente a vida acadêmica e social da criança ou adolescente”, conclui Ingrid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Texto publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.diario.unasp.edu.br/"&gt;Diário do Campus &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, em junho 2007&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-2502618843945128631?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/2502618843945128631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=2502618843945128631&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2502618843945128631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/2502618843945128631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/bullying-deve-ser-erradicado-da-escola.html' title='“Bullying deve ser erradicado da escola”, enfatiza orientadora'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4451425858862830789.post-6388862969173415226</id><published>2007-10-07T11:23:00.000-03:00</published><updated>2007-12-08T16:36:28.221-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Quem "te" chamou aqui</title><content type='html'>“Dólar comercial cai em 0,85%” e “Ipea eleva previsão de inflação para 4% neste ano”. Fatos na economia mundial acontecem a todo segundo no mundo inteiro. E compete aos jornalistas ajustar os acontecimentos diante de mudanças repentinas. Como, por exemplo, a instabilidade do dólar - que passados dois minutos da notícia acima, caiu para 0,63%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações como essas são diariamente lançadas e atualizadas por editorias de economia dos principais jornais do País. Entre elas, cabe destacar o caderno de Dinheiro da Folha Online. Sua linha editorial apresenta regras para tratar com os temas de modo técnico e sofisticado e evitar o uso de jargão ou linguagem cifrada. Mas isso não ocorre. Ou ao menos, raramente evitam. Palavras como liquidez, protecionismo e contingente podem ser encontradas nas matérias feitas pelo caderno. Termos como pregão, cotas e tarifas alfandegárias são apresentados para que somente economistas e estudiosos na área apreciem com clareza, pois os cidadãos, em geral, tornam-se leigos ao assunto explícito dessa maneira. Assim, o jornal acaba delimitando seu público-alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta de linha editorial do Caderno de Dinheiro da Folha é inicialmente interessante, mas infelizmente não se aplica com eficácia. Mesmo pessoas que possuem certa noção sobre economia se confundem ao deparar-se com uma infinidade de números e estatísticas sucessivas. Os parâmetros jornalísticos são estabelecidos de forma limitada por parte de quem constrói as matérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocábulos repetidos continuamente desestruturam as frases, e dão a impressão de que o período já foi lido. Frases como, “por isso as montadoras que vendem utilitários apresentam depreciação maior, pois esse tipo de veículo tem maior depreciação”, da matéria “Carro equipado desvaloriza mais que básico após um ano de uso”, publicada em 18 de setembro deste ano, mostra o despreparo na construção e transmissão da informação. Além disso, a palavra “depreciação” aparece cerca de sete vezes ao longo do texto com apenas seis minúsculos parágrafos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É notável que a Folha opte em “informar a todo instante”. O Caderno de Dinheiro apresenta um índice constante de notícias e isso faz com que se torne interessante o acesso, pois apresenta uma atualização imediata dos fatos. Empresários, economistas e investidores podem se manter informados a todo instante a partir do que é veiculado. É lamentável que haja apenas uma adequação ao índice de informações e não em relação à estrutura textual. Independente do assunto, qualidade no que se lê é imprescindível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visual Econômico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de infográficos em cadernos de economia serve para deixar a matéria acessível para um melhor entendimento. Esse tipo de ilustração foi adotado pelo Caderno de Economia do O Globo Online, e faz com que o site seja participativo e visualmente atraente. Já na Folha Online, o uso do mesmo se limita a uma tabela com links referentes à cotação do dólar, euro, Bovespa e Nasdaq. O Estadão, em seu Caderno de Economia, também adota uma linha. Sem esse tipo de material visual, prefere dar ênfase aos acontecimentos econômicos ligados à política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Folha se distingue dos demais jornais por sua linha diferenciada de reportagens que é direcionada exclusivamente ao dinheiro e investimentos. Como exemplo, no dia 23 de setembro de 2007, uma das matérias intitulava “ Investidores favorecem mercados emergentes ”. Normalmente, a matéria principal do caderno tem relação direta com o leitor e mesmo que apresente forte fundamentação econômica, tenta equilibrar essa linguagem, dando uma abordagem mais próxima do público. Tanto que o caderno é chamado Dinheiro e não Economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ênfase a esse conceito foi a adição ao jornal do suplemento semanal “Vitrine” no último domingo (22), que trata exclusivamente sobre compras no Brasil e no exterior. Esse fato faz com que comparações com outros jornais sejam desiguais. Em geral, os jornais abordam fatos político-econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia, dinheiro e política são assuntos cotidianos de cunho popular. Falar sobre isso requer informações sobre o assunto. E, é exatamente isso que a população espera. Entretanto com notícias claras e diretas, de fácil entendimento, que mostrem, por exemplo, os motivos da greve dos Correios ou o porquê da empresa aérea Gol investir na Bovespa. Porém, antes de tudo, que explique o significado de Bovespa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Artigo publicado originalmente no &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.canaldaimprensa.com.br/"&gt;Canal da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, em&lt;br /&gt;27/09/2007&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4451425858862830789-6388862969173415226?l=isiscolissi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isiscolissi.blogspot.com/feeds/6388862969173415226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4451425858862830789&amp;postID=6388862969173415226&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6388862969173415226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4451425858862830789/posts/default/6388862969173415226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isiscolissi.blogspot.com/2007/10/quem-te-chamou-aqui.html' title='Quem &quot;te&quot; chamou aqui'/><author><name>Isis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05478083602318436567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i215.photobucket.com/albums/cc109/isiscolissi/isisperfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
